... Numa pessoa transparente... Era assim que estava me sentindo ontem num lugar, onde quase todo mundo veste roupas da mesma cor. Tranquilíssima!
No caminho, encontrei um grupo... Claro, fiz uma graça! Entrei, me organizei, cumprimentei as pessoas mais próximas, e, num curto espaço de tempo (uns 20 minutos, mais ou menos), três pessoas fizeram sobre mim a mesma observação... Daí, resolvi acreditar!!! Rsrsrrsrrsrs...
...
Aí, fui cumprimentar uma moça bem bonita. Conversávamos animadamente sobre as nossas situações (trágico-engraçadas!), daí, o rapaz, que é bonito, sim, se aproximou. Ele olha profundamente, bem dentro dos olhos! E eu, me desconsertei quase que completamente (adoro o quase!) diante do comentário dela...
Me culpei um pouco, mas, por outro lado, sou uma garota, antes de mais nada!
Gritomudo
#gritomudo
domingo, 7 de novembro de 2010
Aí...
Depois de tudo pronto, sentei-me no chão, meio à distância do burburinho, só para observar. A Grazi logo colou do meu lado e pôs-se a falar. Incrível, como que, com aquele tamanho todo, ela emenda um assunto no outro, sem respirar.
Aí, Leandro veio até mim:
- Professora, vc quer um brinquedo?
Embora eu não estivesse nem um pouco afins de brincar, respondi que sim. E ele voltou com um carrinho, um Batmam e uma pistola de led... Me enfiei debaixo dos tecidos e comecei a rir. Queria ter um poder maior e penetrar na cebeça dessas crianças para saber o que elas pensam de mim...
Aí, Leandro veio até mim:
- Professora, vc quer um brinquedo?
Embora eu não estivesse nem um pouco afins de brincar, respondi que sim. E ele voltou com um carrinho, um Batmam e uma pistola de led... Me enfiei debaixo dos tecidos e comecei a rir. Queria ter um poder maior e penetrar na cebeça dessas crianças para saber o que elas pensam de mim...
sábado, 6 de novembro de 2010
PENSAR É TRANSGREDIR
Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: "Parar pra pensar, nem pensar!"
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.
Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: "escrever a respeito das coisas é fácil", já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça, seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.
(Lya Luft)
Né???
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
DUAS BOLAS, POR FAVOR - por Danuza Leão
Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa,contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido.
Uma só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.
O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').
Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.
Tem vontade de ficar em casa vendo um dvd, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar.
E por aí vai.
Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...
Às vezes dá vontade de fazer tudo “errado”.
Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.
Um dia a gente cria juízo.
Um dia...
Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate...
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago.
Segunda-feira filosófica - By Paulo Soller
Meu desejo esta semana e para todos os seus dias é que você nunca deixe de acreditar! Na vida, nas circunstâncias, em você!!!!!
Espero que você possa aceitar as coisas como elas são, sem pensar que tudo conspira contra você, porque parte de nós é entendimento... Mas, a outra parte é aprendizado...
Que você possa ter forças para vencer todos os seus medos e que, no final, possa alcançar todos os seus objetivos, porque parte de nós é cansaço... Mas, a outra parte é vontade...
Que tudo aquilo que você vê e escuta possa lhe trazer conhecimento, que essa escola possa ser longa e feliz, porque parte de nós é o que vivemos... Mas, a outra parte é o que esperamos...
Que você possa aprender a perder, sem se sentir derrotado, que isso possa fazer você cada vez mais guerreiro... Porque parte de nós é o que temos... Mas, a outra parte é sonho...
Que durante a sua vida você possa construir sentimentos verdadeiros, que você possa aceitar, porque só quem soube da sombra, pode saber da luz... Porque parte de nós é angústia...
Mas, a outra parte é conforto...
E não são exatamente desses efêmeros, contraditórios e contrastantes sentimentos que damos sentido as nossas histórias?
...
Conserve a vontade de viver, não se chega à parte alguma sem ela.
Abra todas as janelas que encontrar e as portas também.
Persiga um sonho, mas não o deixe viver sozinho.
Alimente sua alma com amor, cure suas feridas com carinho.
Descubra-se todos os dias, deixe-se levar pelas vontades, mas não enlouqueça por elas.
Dê um sorriso para quem esqueceu como se faz isso.
Acelere seus pensamentos, mas não permita que eles te consumam.
Olhe para o lado, alguém precisa de você.
Abasteça seu coração de fé, não a perca nunca.
Mergulhe de cabeça nos seus desejos e satisfaça-os.
Procure os seus caminhos, mas não magoe ninguém nessa procura.
Arrependa-se, volte atrás, peça perdão!
Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, VOLTE!
Se perceber que deve seguir, SIGA!
Se estiver tudo errado, COMECE NOVAMENTE.
Se estiver tudo certo, CONTINUE.
Se sentir saudades, MATE-A.
Se perder um amor, NÃO SE PERCA!
Se achá-lo, SEGURE-O!
Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala. (CIRCUNDA-TE DE MIM!!!)
"O MAIS É NADA".
(Fernando Pessoa)
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Leia e ria!
Em uma cidadezinha do interior havia um abacateiro carregado dentro do cemitério. Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não havia vigilância) e pegar todos os abacates.
Eles pularam o muro, subiram a árvore com as sacolas penduradas no ombro e começaram a distribuir o 'prêmio'.
Um pra mim, um pra você.
Um pra mim, um pra você.
Pô, você deixou dois caírem do lado de fora do muro!
Não faz mal, depois que a gente terminar aqui pegamos os outros dois.
Então tá bom, mais um pra mim, um pra você.
Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, escutou esse negócio de 'um pra mim e um pra você' e saiu correndo para a delegacia. Chegando lá, virou para o policial:
- Seu guarda, vem comigo! Deus e o diabo estão no cemitério dividindo as almas dos mortos!
- Ah, cala a boca bêbado.
- Juro que é verdade, vem comigo.
Os dois foram até o cemitério, chegaram perto do muro e começaram a escutar...
- Um para mim, um para você...
O guarda assustado:
- É verdade! É o dia do apocalipse!
Eles estão dividindo as almas dos mortos! O que será que vem depois?
- Um para mim, um para você. Pronto, acabamos aqui. E agora?
- Agora a gente vai lá fora e pega os dois que estão do outro lado do muro...
Cooooooooooooooorrreee....
Banco de Projetos: seleção de Oficineiros
2010 = R$ 30,00 A HORA/AULA.
Local: Diadema
De 15/10/2010 até 14/01/2011
Maiores informações: http://www.diadema.sp.gov.br/
(Repassando)
Local: Diadema
De 15/10/2010 até 14/01/2011
Maiores informações: http://www.diadema.sp.gov.br/
(Repassando)
Estou remexendo...
... Nas coisas que ainda estão em SCSul, encontrei um trabalho que fiz, às pressas, para a matéria de Interpretação, na faculdade, segundo ano: Pequeno Livro de Bolso da Atriz - detalhe: o documento foi impresso em A4!!!
Tive a coragem de dar uma folheada... Algumas coisas interessantes:
"Aos 16 escrevi meu primeiro diário, aos 32 joguei todos no lixo, para aos 33 começar tudo de novo.
Escrever, para mim, é um exercício de liberdade total (...) Desta forma evito até fazer vitimas (...) - O CERTO SERIA TER ESCRITO 'LIBERTAÇÃO'.
Escrever, para mim, é um exercício de liberdade total (...) Desta forma evito até fazer vitimas (...) - O CERTO SERIA TER ESCRITO 'LIBERTAÇÃO'.
"Na verdade, acho que não agradeci a um monte de gente importante (...)"
A improvisação enquanto matriz do fazer teatral.
Ter descoberto que as coisas são mais simples foi me dando uma tranquilidade (...) Para dar espaço para outras angustias!
Sobre o Lian Gong: acho os movimentos lindos e seria uma ótima prática para acalmar meu sangue paraíbano, mas não dá (...) Independe da minha vontade racional.
O "eu julgador" e o "eu que critica". Doação, generosidade.
Sinto que tem tanto amor dentro de mim que até transborda. Eu não escolho ninguém, mas sinto que desescolho algumas pessoas.
Agradeço por não ter cometido alguns atos... Tanto em cena quanto na vida. - AMÉM
Se tenho medo, corro, claro (...) Só encaro o temor depois de tentar fugir primeiro.
Eu nunca experimentei a sensação de facilidade.
Meu tecido, de tão lavado ficou um pouco gasto. Por isso não fica difícil ver atráves dele. A cada lavada a fibra se torna cada vez mais fina.
Minha meta última é chegar ao fim da vida com este caráter e com esse coração que tenho (meta que não será cumprida se eu precisar de um transplante.). Quero estar mais serena, ter duas coelhas (e que elas se deixem carregar no colo), um ramster e um Chow-chow, morar numa casa com cara de antiga, com muitas plantas e quintal enorme. Fazer peças de teatro para as crianças da redondeza e para os filhos da minha sobrinha. A casa terá um teatro nos fundos! Depois de cada sessão vamos comer bolinhos de chuva, com chá mate quentinho.
Meu marido, F..., vai me achar uma doida, mas continuará me amando e eu, como agradecimento, clocarei suas obras na composição dos meus cenários.
Tradição - encontrar no nosso corpo o nosso passado original. Matriz da criança. Desdramatizar a vida, descomplexar.
(...) Onde não há tempo para pensar e estabelecer prioridades (...) o tempo de sentir prazer é nulo.
Gosto de histórias que me façam chorar de felicidade.
Gosto de ouvir, mas às vezes só ouço porque não sei falar.
Se eu não tivesse esse jeito de menina, seria muito velha para a minha idade.
Só preciso parar de me boicotar e acreditar mais em mim. Não ter medo.
O Que Seria de Nós Sem As Coisas Que Não Existem - vou lembrar dessa peça em cada Carnaval.
Cardiff - Muita testosterona. Quanto menino bonito. Até os mais feios eram bonitos!
Ganhar o direito de estar no palco. (...) Faço Teatro porque não consigo parar.
Gostaria de me aprisionar menos...
A criação autentica só é possíveL num estado de desprendimento de si mesmo, durante o qual o criador não está presente como ele mesmo.
(dezembro de 2006)
* Sobre a meta última: então, no fim de 2006, eu já sabia que teria que ser "assim"? Mas, por que teve ou tem, sei lá, que mudar o sujeito?
Hoje tive coragem e abri a folha com as letras verde-limão. Li várias vezes, reescrevi e, com coragem, pronunciei em voz alta.
Aos poucos vou reescrevendo a situação, sempre procurando crer que, menos adiante, virão coisas melhores...
Não me incomodo que as coisas sejam como me foram ditas, mas gostaria de um pouco mais de fama, de poder interpretar algumas personagems de alguns textos...
Quanto ao sujeito... Bem... Enfim... Tá!!!
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Retrospectiva...
Nossa, quantas fotos!!!
Estou montando alguns murais das fotos que foram para portfólios de fotógrafos renomados da época, algumas fotos de trabalhos no Teatro, algumas pessoas queridas...
Um, do meu quarto, está pronto: loura/morena.
Casa personalizadíssima!!!
Ai...
... chegou a hora de tirar a roupa!!!
Tudo bem que tinham só mulheres, mas, sei lá... Não sou tãããooo despudorada assim, rsrsrrsrsrs!
Tirei! Mas, quando dei por mim, estava escondidinha atrás do vestido.
Deitei na maca e fechei os olhos, jurando querer relaxar, mas no fundo eu não estava era afins de conversa.
Mas, não teve jeito: a senhorinha insistia em puxar conversa. Eu, pessoa educada, cedi, né? Fazer o que???
"- Nossa, corpinho de criança... Quando eu tinha esse corpinho, tava virando o mundo!"
"- Se eu soubesse antes que a vida era tão boa, nunca que eu tinha me casado..."
"- Eu tive um namorado, mas ele desmanchou de mim. Casou-se com outra e eu também me casei. Depois de muitos anos a gente se encontrou de novo. A mulher dele tinha traido ele e meu marido tinha me traído. Aí, casamos de novo, faz pouco tempo... Pena que a gente só se encontrou depois de velhos..."
"- 37? Olha, Gracinha! ela tem 37 anos, vc acredita? Eu achei que ela tivesse 20, no máximo..."
Ainda bem que eu não tenho queda para o narcisismo, se não tava "missi"!!!
...
A tia da Vanessa, acho que eu tivesse 18. Eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!
...
Hoje levei umas fotos antigas para mostrar para os alunos. Bá bebê, animais de estimação, morena, atuando, etc... Cara, que máximo!!!
Primeiro que eles achavam que eu nasci assim: loura e grande!
Eles gargalharam, classificaram, elogiaram... Os comentários foram surpreendentes!
Eles sabem tanta coisa! Pena que daqui alguns anos, muitos e muitas irão embrutecer. Para garantir um número menor de emburrecimento, dou bastante impro. As pessoas que se permitem ter contato prático com a interpretação teatral, se tornam infinitamente melhores.
Meu Split Sole branco!!!
Em mãos... Aliás, nos pés!
Ele é meio sério, mas ficou bonitinho nos pés... 33, parece um chaveiro!
...
Almoço com Vanessa! A Iraci caprichou!!!
Fazia muuuuito tempo que eu não comia bife e lasanha (tava muito bom!!!). A sobremesa? Bolo de chocolate com cobertura, ai... Meu cardápio até quinta... Assim espero! Rsrsrrsrrsrs...
...
Fogão funcionando, mas... Não perfeitamente! O forno não acende... Ai, que saco!
...
Estava aqui refletindo sobre o ciúme...
Ai, caramba! Era só o que me faltava!!!
...
Numa madrugada dessas, eu estava com meu Face aberto e fui surpreendida por uma janela. Claro que adorei, achei o máximo, mas não mudei de site para programa. Não mudei porque não quis, oras!!!
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Paulo Roberto Gaefke - Repassando
A eternidade é o dia de hoje,
a hora de realizar, seja o que for, é agora,
não dá para prever o futuro, que pode nem chegar,
por isso, viva livre de amarras,
viva o presente como presente mesmo,
que chega a cada manhã, com seu nome escrito, com laço de fita e papel bonito.
E já que o tempo é curto para tantos sonhos;
se for amar, ame intensamente,
se for se divertir, ria até chorar,
se for trabalhar, aplique-se até realizar,
se for para ser pai, seja o melhor companheiro,
e se for para ser mãe, seja doce e protetora,
se for para ser amigo, seja irmão,
se for para ajudar, estenda a mão,
e se for para ser feliz, insista mais um pouco,
felicidade sempre vale a pena...
E já que a vida e breve, se é para deixar marcas, seja uma marca das melhores, quase invisível, e de tanto amor pela vida e pelas pessoas, seja você uma pessoa especial, seja INESQUECÍVEL!
Split Sole
Chegaram!!!
Usei o vermelho a semana inteira e o branco acabou de chegar!
Do vermelho, esperava uma cor mais "nervosa" e o branco ainda não vi.
O modelo é super confortável, mas no primeiro dia que usei sem meias, machucou um pouquinho. Agora, depois da laceada, dá para andar na rua tranquilamente (em dias secos, nada de sair na chuva, por conta da sola).
Ah, e pra quem tem a mania de tirar os tênis sem desamarrá-los, esqueça... Mas, bem estiloso! Os pés não passam desapercebidos.
Adorei!
A pergunta foi:
"- Quer cantar numa banda de forró?"
Vc, que está lendo e bem me conhece, sabe qual foi a resposta???
A resposta foi... SIM!!! Topei!
Será que vou ter "as manha" de abrir para o Francis Lopes?
Se a Ailta levou à sério, só me resta ensaiar o repertório e mandar ver! Tô dentro!!!
"EUUUUUUUUUUUUUUUUUURiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
VVAiiiiiiiiiiiiii BARlELMA
S
R
S
R
qdo eu penso q vc ja esgotou as loucuras....vejo q vc te estoque
s
r
s"
(Comentário da Vanessa)
"EUUUUUUUUUUUUUUUUUURiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
VVAiiiiiiiiiiiiii BARlELMA
S
R
S
R
qdo eu penso q vc ja esgotou as loucuras....vejo q vc te estoque
s
r
s"
(Comentário da Vanessa)
Do que me lembro...
Eu estava na rua e vi meu primo de Porto Alegre num orelhão. Ele me pergunta de certa pessoa e eu respondo que ela já não faz parte do meu círculo de relações. ele diz que estava pensando em convidá-lo para um projeto, que eu cri ser musical.
Daí eu estava em outro lugar com outras pessoas e uma pessoa querida disse ter acendido uma vela para mim e que era para eu aguardar.
Depois eu estava bem quietinha, deitada no colo de um garoto que muita vezes me estressa. Mas, eu estava tão tranquila, calma e sorridente, que estou impressionada até agora.
Daí eu estava em outro lugar com outras pessoas e uma pessoa querida disse ter acendido uma vela para mim e que era para eu aguardar.
Depois eu estava bem quietinha, deitada no colo de um garoto que muita vezes me estressa. Mas, eu estava tão tranquila, calma e sorridente, que estou impressionada até agora.
domingo, 31 de outubro de 2010
Fame
Assisti à nova versão.
Curti!
O filme levou-me a refletir sobre o ser/estar atriz, neste momento, em outubro de 2010.
Me vi aluna na FUNDARTE, nas aulas do Tin Urbinatti, num grupo no qual não me encaixava e não me encaixaria nunca!
Hoje, talvez por conveniência, fingisse e me adequasse, mas não porque fosse minha cara. Nunca foi! A FUNDARTE foi uma vitória na minha vida... Agora me ocorre que preciso agradecer ao C.A., pois no dia da última prova de Interpretação, no Período I, minha derradeira chance de não reprovar novamente, deu-me um toque de diretor e mostrou o que eu tinha que sentir naquelas cenas de Morte e Vida Severina. Eram duas falas: uma do Severino e outra da Cigana. Soube, em 5 minutos, tudo o que eu deveria aprender em dois anos.
Hoje, talvez por conveniência, fingisse e me adequasse, mas não porque fosse minha cara. Nunca foi! A FUNDARTE foi uma vitória na minha vida... Agora me ocorre que preciso agradecer ao C.A., pois no dia da última prova de Interpretação, no Período I, minha derradeira chance de não reprovar novamente, deu-me um toque de diretor e mostrou o que eu tinha que sentir naquelas cenas de Morte e Vida Severina. Eram duas falas: uma do Severino e outra da Cigana. Soube, em 5 minutos, tudo o que eu deveria aprender em dois anos.
...
Mas, a dos anos 80 é muito melhor. A cena do piano com a Irena Cara cantando Own My One é insuperável! Ah, e a cena da música-tema no meio da rua, os artistas daçando no capô do carro... Show!!! Eu me via ali! Era tudo o que eu queria...
A cena do karaokê me "pegou"... Agora, eu só quero ver até aonde vai minha coragem de levar as decisões à diante...
...
Já tem alguns dias que tenho pensado muito na minha vida. Como minha história passou a girar em torno de um outro núcleo, assim, de repente.
Eu havia traçado um plano e marcado a trajetória, mas desviei-me, até, de certa forma, providencialmente.
Mas, e agora???
...
A Kátia, CP tem conversado muito comigo à respeito de uma volta; a Roberta diz da "Eliana Rosa", como atriz, a Lili tá divulgando meu trabalho antigo, como se eu ainda fosse aquela mesma e agora, essa história de segunda passada.
Estou buscando novamente o meu centro, o meu eixo... E quero que esta seja uma decisão racional. Voltar com todos os porques repondidos, sem ilusões. Fantasia é só para quem me assiste! Voltar para valer!!!
Dar os passos respeitando o tamanho dasminhas pernas, porque se eu deixar, a cabeça vai onge para caramba. Tem horas que eu penso que posso tudo... Bate a Sindrome de Semi Deusa, rsrsrrsrrs...
...
Ai, Kátia, viu???!!!
...
Tudo vai mudar
Quando essa luz se acender
Você vai me conhecer
Vai me ver de um jeito que nunca viu
Tenho sede de som
Eu tenho fome de luz
Tenho a força, tenho o dom
Don't you know quem eu sou?
Remember my name
Vem, vem pro meu lado forever
Vem pra bem dentro de mim
Vem, vem que eu vou longe e vou fundo
Vem que eu te faço feliz
Vem, vou te contar meus segredos
Você vai rir e chorar
Vem, vou te mostrar o meu mundo
Vou te tirar pra dançar
Remember
Eu sou carnaval
Eu sou o charme e o soul
Sou o samba e o rock and roll
Sou o som da festa, eu sou verão
Eu já sei cantar
Vou aprender a voar
Vou on-line digital
Etc e tal
Remember my name
Vem, vem pro meu lado forever
Vem pra bem dentro de mim
Vem, vem que eu vou longe e vou fundo
Vem que eu te faço feliz
Vem, vou te contar meus segredos
Você vai rir e chorar
Vem, vou te mostrar o meu mundo
Vou te tirar pra dançar
Remember
(Soul de Verão, com a Sandra de Sá)
Uma nova história...
Ainda não tive a coragem de abrir o papel com a letras verde-limão.
As primeiras linhas dizem de um futuro que não condiz e não combina com minha realidade e com tudo que pensei até hoje... Sonhos, desejos, lutas...
Estou pensando, buscando visualizar pelo menos um lampejo de futuro... Daquele futuro ou de um outro. A confiança ou o livre-arbítrio? De repente, bateu o medo de ficar olhando o mundo girar e eu ali paralisada, só olhando. Sinceramente, não combina comigo. Sinto que pertenço ao grupo das pessoas que giram a roda e não das que comtemplam. Das que fazem a história, e não só das que contam.
A trilha? Todo Amor que Houver Nessa Vida, com o Cazuza...
Até terça é o prazo que me dei para a resposta, que não deverá vir do Universo, mas de mim, mesma.
Me pego receosa com determinadas coisas que até estranho. Minha briga de foice entre a crença e o ceticismo...
Cinzeiro de vidro...
... Haviam duas pessoas na casa, eu era a terceira. Uma era o síndico, a outra, não sei. Pedi para que eles fumassem na janela. Lembro-me do cheiro do cigarro. Ofereci-lhes o cinzeiro de vidro bem pesado que estava no vidrô do banheiro, do lado de fora, na lavanderia.
Duas outras pessoas encontrei no meio do aminho, uma mulher gorda e mais velha e um garoto. Recomendei que eles não entrassem fumando. Eles, rindo diseram que iam fumar lá embaixo. "Lá embaixo era algo parcido com um parque com plantas meio selvagens. Eu olhava-os andar...
De repente a casa estava cheia e muitas outras pessoas chegavam para algo que parecia ser uma apresentação... Detalhe: minha! Eu fiquei bem brava, peguei o microfone e expliquei que, se elas quessem ver algo, que falassem com a Suzana. Eu não tinha nada pronto e aquela expectativa toda me deixou bastante irritada... Lembro-me que até pensei na possibilidade de fazer algo, ali, no improviso.
Duas outras pessoas encontrei no meio do aminho, uma mulher gorda e mais velha e um garoto. Recomendei que eles não entrassem fumando. Eles, rindo diseram que iam fumar lá embaixo. "Lá embaixo era algo parcido com um parque com plantas meio selvagens. Eu olhava-os andar...
De repente a casa estava cheia e muitas outras pessoas chegavam para algo que parecia ser uma apresentação... Detalhe: minha! Eu fiquei bem brava, peguei o microfone e expliquei que, se elas quessem ver algo, que falassem com a Suzana. Eu não tinha nada pronto e aquela expectativa toda me deixou bastante irritada... Lembro-me que até pensei na possibilidade de fazer algo, ali, no improviso.
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