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Gritomudo
#gritomudo
sábado, 26 de janeiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Idéia tacanha... "E" mais!
Daniejna, vc tem umas, que tá louco, viu?!!!
O pior é que vc falou como se fosse uma coisa TÃO possível, que dá até vontade de acreditar!
Agora quem disse que eu paro de pensar???
Mas, nada como os conselhos (super sensatos, convenhamos!) do 'Clébio'
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II
Ganhei de presente de aniversário um tema de festa e uma animadora, que não conto! Preciso amadurecer a idéia para fortalecer os argumentos, mas pra mim, fechou!!!
Valeu, Carina!
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Hoje é aniversário 458 de São Paulo... Já no finzinho do dia, presto minha homenagem!
"Sem São Paulo, o meu dono é solidão..."
'Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.
Se não quiser chorar, não chore;
Se não conseguir chorar, não se preocupe;
Se tiver vontade de rir, ria;
Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão;
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me;
Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam;
Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo...
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
-"Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto!"
Aí, então derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu.
"Ser seu amigo, já é um pedaço dele..."'
Chico Xavier
*Não importa o seu caminho... O que importa é fazer o bem...
Via Junior Pereira - "Eternos Aprendizes" em Grupos do Google.
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A morte não é um assunto que me assusta. Me, comove, sim, o sofrimento pelo qual, muitas vezes, se passa.
Claro que não gosto da idéia de que, num momento qualquer, posso não ter 'para sempre' as pessoas que amo. Mas, da minha parte, quando for minha vez... QUERO É FESTA!
E 'pelamordeDeus', que me coloquem um vestido bem bonito. Até abro mão do preto, vá, que adoro; pode ser um bem colorido... E uma faixinha de cabelo, se necessário.
Avisem todo mundo, via Facebook, contatos no meu (que não é meu!) celular... Mas, só os amigos!
Contem de mim as piores histórias, pois essas são as melhores.
Não! Nada tétrico! Sou pessoa que respira Arte e que adora celebrar. Pra onde vou depois, não faço a menor idéia, mas pelo menos, me encaminhem com música e poesia. Dançar, tb, não seria demais, não...
Pode ser legal!!!
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A morte não é um assunto que me assusta. Me, comove, sim, o sofrimento pelo qual, muitas vezes, se passa.
Claro que não gosto da idéia de que, num momento qualquer, posso não ter 'para sempre' as pessoas que amo. Mas, da minha parte, quando for minha vez... QUERO É FESTA!
E 'pelamordeDeus', que me coloquem um vestido bem bonito. Até abro mão do preto, vá, que adoro; pode ser um bem colorido... E uma faixinha de cabelo, se necessário.
Avisem todo mundo, via Facebook, contatos no meu (que não é meu!) celular... Mas, só os amigos!
Contem de mim as piores histórias, pois essas são as melhores.
Não! Nada tétrico! Sou pessoa que respira Arte e que adora celebrar. Pra onde vou depois, não faço a menor idéia, mas pelo menos, me encaminhem com música e poesia. Dançar, tb, não seria demais, não...
Pode ser legal!!!
Aniversário (ou... Joãozinho sequestrado!)
Irmã...
Queria te escrever alguma coisa bem bonita... Tentei, apaguei, reescrevi, apaguei...
Sabe de uma coisa? Tem 34 anos que vc SEQUESTROU MEU JOÃOZINHO!!!
Lembra que te bati quando vc 'desequestrou'?
Fubazinha... Amo vc e tenha a certeza de que não é só porque vc é minha 'irmã-gêmea-que-nasceu-alguns-anos-antes'.
Fico feliz quando as pessoas nos comparam, porque, mais do que tudo, te admiro.
A gente gosta de tudo que vê, tudo a gente quer comprar... Mas, o presente que quero te dar, ainda vem em forma de promessa: quero vc linda, saudável, sorridente, e tô ansiosa para cumprir minha parte, no trato com o Divino.
Data? Janeiro de 2014, tá preparada??? Não pense que vc está fora desta! Vai comigo, mas a penitência é minha. Será, para vc, um passeio muito legal e, para mim, além de muito legal, será a comemoração de uma vitória!!!
Que hoje seja um dia muito feliz... E que a partir de hoje te cheguem em mãos TODOS OS PRESENTES!!!
Bjks de amor!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Tábua de salvação...
'A paciência é o exercício da espera...'
Fica a dica: dá pra sair da dor quando se sabe onde está o ferimento. (Haja Band Aid, né Rosinha?!!!)
E vai doer cada vez que alguém tocar, para nos lembremos de que eles ainda estão ali, precisando ser cuidados.
Assim como um machucado no joelho, no cotovelo, nada como o tempo (e Merthiolate!). Esperar a ação do tempo chama-se 'evolução'!
Fazia tempo que eu não usava sapatos de salto. Foi necessário e meus pés encheram de bolhas. O dia seguinte me exigiu dos pés, novamente... Nada como a combinação Band Aid com Micropore (descolar é foi o 'crime da mala'!!!).
Mas, passados alguns dias, meus pés estão resistentes como a pata de um cavalo (cuidado: ferradura nova!) Entende?
É preciso coragem para, quando perguntamos pro nosso coração, 'o que queremos, do que gostamos e o que estamos fazendo com as nossas vidas' para ouvirmos a resposta. (Entende porque 'nem-te-ligo' pras caras de 'pra vc é fácil falar'?)
Consciente da difículdade, sei bem: é possível!
É trabalho pesado pra caramba o melhorarmos a nós. E mudar o outro, reina no país das impossíbildades.
O exercício (muitas vezes, em vão!) da melhora, implora por autoconhecimento, persistência e coragem. E é uma trajetória solitária, sorry!
Fica a dica: dá pra sair da dor quando se sabe onde está o ferimento. (Haja Band Aid, né Rosinha?!!!)
E vai doer cada vez que alguém tocar, para nos lembremos de que eles ainda estão ali, precisando ser cuidados.
Assim como um machucado no joelho, no cotovelo, nada como o tempo (e Merthiolate!). Esperar a ação do tempo chama-se 'evolução'!
Fazia tempo que eu não usava sapatos de salto. Foi necessário e meus pés encheram de bolhas. O dia seguinte me exigiu dos pés, novamente... Nada como a combinação Band Aid com Micropore (descolar é foi o 'crime da mala'!!!).
Mas, passados alguns dias, meus pés estão resistentes como a pata de um cavalo (cuidado: ferradura nova!) Entende?
'Deixar doer que passa' é FODA (sei que escrevo muito palavrão, mas te dou um doce - destes que criança pode comer, que fique bem claro! - por outra palavra que descreva tamanha intensidade). Daí, o tempo!
Eu queria lembrar umas frases de "Mariana"... Se procurar, deve ser um dos primeiros post do Blog. Tem várias pertinentes!
(Acho que não consegui montar a peça por afinidade... Meu corpo não aguentaria!)
Eu queria lembrar umas frases de "Mariana"... Se procurar, deve ser um dos primeiros post do Blog. Tem várias pertinentes!
(Acho que não consegui montar a peça por afinidade... Meu corpo não aguentaria!)
A dor não é a única, mas é uma (considerável!) forma de crescimento. Lembre-se de que a profundidade/intimidade prevê dificuldades e lidar com elas exige maturidade, até para que se saiba até que ponto tudo é real ou distorção da realidade.
Eu sempre digo da minha 'compatibilidade' com o 'lado negro da força', mas sei, sim, o quanto é difícil nos aceitarmos: admitir medos, defeitos, por aí...
E compreender a si é compreender o outro... Seja quem for. E não falo só de relacionamentos entre casais.
De vez em quando é bom deixar o coração falar... Simplesmente ser o que é e o que está!
Boa sorte!!!
E compreender a si é compreender o outro... Seja quem for. E não falo só de relacionamentos entre casais.
De vez em quando é bom deixar o coração falar... Simplesmente ser o que é e o que está!
Boa sorte!!!
*Livin la vida loca!!!
"-Se deu certo até agora, não tem mais 'porquê' dar errado!"
Me seguro nas suas palavras como se elas fossem Divinas... Aliás, volta e meia, minha irmã diz coisas que me parecem "by Além".
Ok, eu que sempre ando tão à flor da pele, estou, mesmo, um POUQUINHO MAIS sensível. Tá me estranhando? Bem vindo (a) ao Estranhíssimo e Fantástico Mundo de Lili.
Lili não está acostumada às facilidades da vidinha comum. Tem uma tendência, nada aquariana, a se acomodar... É tão bom ficar paradinha no mesmo lugar, vez em quando, vendo as coisas passarem e me deixar levar por aquela sensação de 'ai, que bom, posso ficar por aqui mais um pouquinho!'. Mas, logo a MINHA VIDA REAL, grita por mim, do portão, que mal dá tempo de calçar as meias.
" - Lica, mesmo que ele não possa ir, ele vai!"
Meus olhos encheram de lágrima (de novo???). Tem passagens da trajetória que precisamos, mesmo, caminhar sozinhos e, sinceramente, achei que este era um momento muito meu... Ledo engano! Esta vitória (chegada a hora!), pode até ser minha, mas a lista de agradecimentos é 'emensa'.
Neste estado de consciência, vou dando cada passo com muito cuidado, entendendo que as expectativas são enormes, que o valor da amizade é infindo, que o poder do amor é inquestionável, que a vida é cheia de cantos (escuros e obscuros) e encantos e que Deus, REALMENTE, é muito mais... Muito, muito, muito mais!
#gratidão
Não me canso de repetir, de escrever e de pensar: GRATIDÃO!!!
**Créditos da segunda foto: Raa Carvalho (RISOS)
*Ramones e Ricky Martin
Memória emotiva
Depois de muitos anos precisei me mover pra um endereço da Praça Roosevelt.
Me senti meio nervosa ao sair do Metrô, um medo de preservação física, embora ainda fosse dia. Pela primeira vez me vi na duvida, sem conseguir distinguir quem poderia ser 'mocinho e/ou bandido'. Mas, prevaleceu o profissionalismo.
Avenida Ipiranga; Teatro Itália com Nosso Lar; Bar do MAM com a Cia dos Clownstrofóbicos (lembro-me com riqueza de detalhes daquela noite); Love Story; COPAN; Av. São Luiz (nossa, era lá que ficava a Via Brasil! Caramba!!!)...
Quanto mais perto da praça, mais, sem pensar, fui deixando de lado o escudo 'de profissional'. Meus olhos mareavam!
Lembrei-me última vez em que estive alí... Também numa situação de aprendizado (a Arte salva!). E fui me sentindo em casa, como se ali fosse o meu lugar (um dos!). Fui tomada por uma empolgação que havia muito não sentia, em relação ao meu trabalho, ao Teatro, e por que não dizer, à VIDA... Ao futuro!
#gratidão
O forró é um dos lugares...
...mais DEMOCRÁTICOS que conheço: a gente pede uma música... E ganha um beijo!!!
Sim, minha banda continua tocando rock... Mas, mesmo meio arisca em relação a lançamentos e estilos e tals, me encantei com o Trio Bastião. Que, aliás, é um trio de quatro! Calma... A banda se denomina trio, porém é formada por quatro integrantes.
Vi os caras tocar no Festival de Forró de Itaúnas, em julho passado. Fui meio de 'Robert', no embalo da Gislaine, que me disse que a banda era tão boa, que a galera parava de dançar (o que???) pra ver o show. Quando os caras começaram a tocar... Ok, tá... De repente, me vi 'pulando forró', praticamente batendo cabeça. O Chan é 'front men' total e o 'sanfona', meu... Sola pra caramba, esmerilha, mesmo!
Dois contra uma, o Chan e o 'zambumba' negaram de 'pés juntos' que não tocaram (na) Cinturinha Dela... Cara, eu tava super na vibe da galera, mas lembro-me perfeitamente, tenho flashs claríssimos na memória. E eu NUNCA tinha ouvido essa música! Enfim... Vou até o fim para provar (RISOS!).
Aí, quando a banda anunciou o fim do show, pedi prum fã/seguidor pra que ele pedisse 'a música da fofoca'. Ele: - É muito mais fácil ele atender vc! - e me lançou pro 'espaço palco'. Eu quis morrer por 5 minutos 'de relógio'.
- Duvido que vc saiba aonde nós vamos tocar amanhã...
- Moça, aonde???
- Remelexo...
- Remelexo!!!
- Vc acertou! Sabe o que vc vai ganhar?
- A música 'da fofoca'???
GANHEI UM BEIJO ESTALADÍSSIMO (E OS GRITINHOS DA GALERA). Senti meu rosto esquentar, fiz um 'teatrinho' básico, morri e ressuscitei de vergonha, mas resolvi brincar com a situação (boa, super concordo!), pra galera não me zuar (mais???)
Eu e Dani conversando no meio do salão, fim de festa...
- E aí, gostou do presente?
(Morri e ressuscitei 'dois'!!!) - Sim, claro! (aquele momento em que uma pessoa deseja ser um avestruz...)
(...)
- Vc vai no Remelexo amanhã? Quero ver vc mais nos shows...
Tem como não virar 'seguidora'???
*Nós (Dani, Erikão, Rê Paulino e eu 'causando/provocando' Itaunas.
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| O único lugar onde se ouvia algo diferente de Forró: samba-rock |
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| Foto 'no avião' é um crássico! |
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| Carro ainda limpo... |
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| Titanic? Não! Não afundou... |
QUEM TÁ DE PROVA QUE O TRIO BASTIÃO TOCOU ESSA (música!) NO FESTIVAL DE ITAÚNAS 2012, LEVANTA A MÃO (meu, o Chan até me chamou pra aposta!!!)
"Tudo que ela pede
Pede a mim, eu dou
Tudo que eu falo, ela desfalou
Tudo que disseram
Ela não acreditou
Tudo foi fofoca
Pra acabar o nosso amor"
*Agenda dos caras neste findi: hoje (sexta) no Remelexo...
http://www.remelexobrasil.com.br/
...E amanhã no Canto da Ema.
http://www.cantodaema.com.br/
Quem vc tem na vida???
Bem vindos os novos amigos, os amigos dos amigos, os velhos amigos que retornam (perfeito!) e o namorado das amigas!
Um salve pros 'amigos' anônimos e desconhecidos que seguem este blog, ou que estão por aqui com frequência... E pra galera que me encontra aqui e me adiciona no Face.

Me avisaram de um janeiro intenso... Sinto que se cumpre!
Só agradeço!
Casa arrumada é assim:

Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.
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OS POTES DO PARÍ
Fui com as amigas dar um rolê nas ruas do Parí... O bairro é uma 25 de Março bem mais tranquila! Famoso lugar para comprar potes (Tuppewares 'genéricas').
Eu não resisti e a primeira coisa que comprei para a casa nova foi... Talheres!... DOIS conjuntos!
- Mas... Pra que, se as pessoas que moram nesta casa 'vivem de luz'???
COMPREI PORQUE ACHEI BONITO!!! Vem, cá... Vc quer um gato???
Histórias Bem Contadas - colaboração
"um dia um professor decidiu q iamos fazer uma horta em sem quererm cavando, acabou estourando um cano. Como alagou td e acabou a água a escola dispensou a gente. Qd os meninos perceberam que se não tivesse água nao tinha aula, estouravam o cano toda sexta kkk, qd iamos para a horta. A diretora logo percebeu e, lógico, acabou com a horta. Ficamos apenas com o pé de laranja e amora, que subiamos na hora do lanche para pegar (qd não tinhamos dinheiro para comprar doce).
Antigamente podiamos sair da escola na h do lanche e comprar doce na rua da frente. Incrivel como nunca ninguem fugiu, mesmo o portão ficando aberto e ninguem ficando de olho na gente.
Com o tempo tudo isso foi proibido... Tenho pena das crianças que não curtiram e nao curtem coisas como essas que passamos...
Adorei, tb, a historia do cemiterio, kkkk. Tb ja passei por um pavor junto com a Paloma. Achamos que estavamos sendo seguidas por um fantasma no cemiterio, uma vez, rs"
Da Carina Gotardelo, atriz da Cia dos Clownstrofóbicos, professora de Teatro e dançarina de dança do ventre.
*Adorarei receber a SUA história. Manda pra mim? Quem sabe vira peça...!!!
Obrigada pelos acessos!
#gratidão
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
**Quando começo a escrever de flores... (MINHAS HISTÓRIAS)
A rua Teffé é a rua mais legal de toda a Barcelona (bairro de SCSul), tão legal que as crianças de todas as outras ruas iam brincar lá.
Tinha muitas figuras legais que passavam por ali: tinha o “João-quando-vc-casar-a-mulher-é-minha”; a D. Amélia, mãe do Galinha, que vendia suquinho (geladinho, chup-chup, sacolé) e que benzia a molecada quando estava com bicha (lombriga); a D. Izolina, que furava nossas bolas, quando caiam no seu jardim (eu adorava subir no muro dela para estourar os Brincos de Princesas - flores); o ‘homem’ da cana, que deixava a gente entrar na casa dele, dava cana pra molecada, e às vezes até já descascava.
Tudo era meio que de todo mundo: bolas, bicicletas (quando um amigo que tinha bicicleta viajava, emprestava prum amigo, que emprestava pra resto da rua).
Ah, e tinha a D. Izabel, mãe do Mozart, que já era adulto e tinha uma moto e um cachorro chamado Ki-suco.
*O Ki-suco era o cachorro mais bravo da rua. Nós gostávamos de sentar nos muros e subir nas árvores, mas quando o Ki-suco se soltava (e isso acontecia todas às vezes que abriam o portão da garagem da casa sem prender o cão.), não sobrava um espaço vazio.
Naquele dia, o marido da D. Izabel tirou o fusquinha da garagem, o cachorro fugiu. Todo mundo trepou onde pode e eu fiquei parada no meio da rua paralisada de medo. O cachorro me cercou e começou a latir. Os olhos deles eram fulminantes, mas pior eram os dentes: enormes para uma criança de 9, 10 anos.
- Vem, vem!!! – eu escutava os chamados mas não conseguia me mover.
Depois de eu me arranhar inteira, de medo do cachorro, ao primeiro comando da sua dona o cachorro entrou rapidinho pra sua casa. E eu, além de ficar dias com as marcas na perna, lembrei-me dele toda as vezes que ia tomar banho... Ardia que só!
*Na Rua Teffé tinha (e ainda tem!) uma EMEI. Nós pulávamos o portão para brincar no parquinho, quando as merendeiras e serventes não estavam lá para deixar a gente entrar.
Antigamente nas ruas tinham ‘tartarugas’, que serviam do que hoje são as lombadas. Nós adorávamos nos equilibrar nelas!
As demarcações das tartarugas serviam de campo de futebol e os muros da EMEI, numa posição contrária muitas vezes Tb servia de ‘gol’.
Na frente do ‘parquinho’ morava a D. Cida, mãe do Cleverson. Nós adorávamos o muro dela, mas ela, embora o Cleverson fosse amigo, não gostava muito de nós.
A casa nos causava uma curiosidade infinda, pois ali funcionava um Centro Espírita, não sei hoje, se de Candomblé ou Umbanda. As pessoas que estavam na casa frequentemente tinham umas ações ‘estranhas’ ao entrar na casa e do lado de fora sempre víamos as galinhas circular livremente. Isso até era normal, pois, quando o ‘homem da garrafa’ passava, trocávamos por pirulitos coloridos ou por pintinhos tingidos, que claro, quando começavam a crescer, se não iam pra panela da nossa casa, era pra de alguma vizinha.
Pois, bem! Um dia brincávamos ali nas tartarugas, quando de repente um bicho enorme e de chifres escapa pelo portão e começa a correr ‘num circulo’ sem rumo. Era um bode!!! Aos meus olhos aquilo era inacreditável! Eu nunca tinha visto um bode tão de perto! Depois da gritaria, ora de surpresa, ora de medo, alguma criança chamou a D. Cida pra levar sua ‘cria’ para dentro.
*Na rua debaixo tinha um parque bem grande, que chamava Cidade das Crianças. Hoje seria um parque para adultos, pois os escorregadores eram altíssimos, os gira-giras enormes e em alguns dava pra rodar de pé. Os adultos, sempre nos advertiam para que tomássemos cuidado nos cavalinhos (sim, podíamos ir sozinhos, embora na placa de entrada dizia ‘CRIANÇAS ACOMPANHADAS DE ADULTOS’). Nos contavam histórias muitas histórias de crianças que morreram picadas.
Um dia, eu e a Eliana Esteves, depois de brincarmos bastante, resolvemos jogar Damas. Nem percebemos que já anoitecia e quando anoiteceu de vez lembramos que o parque não estava tão assim à nossa disposição (18h).
Corremos até o portão de entrada/saída, e surpresa: o parque já havia fechado! Tempo para o desespero... 1, 2, 3!!! Lembrei-me que sempre que subia a Paraguaçu, via um buraco na cerca, perto dos eucaliptos. Aquele parque nunca me pareceu tão grande. Depois de caminhamos aqueles minutos que pareciam horas, achei o tal rombo. Passamos por ele tranquilamente.
Depois disso só voltei a usar o portão principal depois que consertaram a tela. Que pena! Era bem mais perto!
*Adulta, já, um dia fiquei presa no...
Sempre que eu voltava do trabalho dava uma passadinha no cemitério aonde minha mãe tinha sido enterrada. Era recente e eu tinha saudade, então ia por florzinha no túmulo, ou fazer uma oração, somente.
Naquele dia eu não me dei conta de que, por causa do trânsito, havia chegado mais tarde e fiquei lá ‘de boa’. O horário de verão brasileiro, embora eu adore, faz com que eu me perca no tempo. Aliás, acho que só gosto porque me perco no tempo. Enfim, quando cheguei no portão ‘debaixo’ prontíssima para ir embora, estava fechado! Ai, meu Deus, presa no cemitério? Isso vai dar medo! Corri pro portão principal que fica do lado da administração e... TAMBÉM ESTAVA FECHADO!!! Mas, percebi uma movimentação dentro da sala e fui até lá. Quando olhei pra cara do cara que trabalhava lá: ELE ERA O PRÓPRIO FANTASMA! Não havia emprego melhor pra ele do que num cemitério: ele era alto, meio gordo, tinha os olhos claros, mas vermelhos... Um Frankstein lívido, completamente sem cor, quase que transparente. Ele me olhou com uma cara perigosa... E eu, jurando que não estava com medo, num tom de voz bem firme, IMPLOREI pra que ele abrisse o portão. E ele obedeceu!
Agora acabo de lembrar que eu podia ter saído pelo Velório... Deus me livre!!!
*Na minha infância eu curti As Patotinhas, As Melindrosas, os 3 Patinhos (músicas ‘da moda’ em rotação alterada), algumas coisas bacanas (aqueles musicais infantis da Globo e outros de cantores da MPB) e as coisas que ouvia em casa, depois que a Niza (minha irmã mais velha) comprou um aparelho de som 3x1 da Sharp com APSS (inteligentíssimo: podíamos selecionar na fita cassete a música que queríamos ouvir!). Já pré-adolescente, junto com a Turma do Balão Mágico, surgiram as bandas de rock nacional e... A febre MENUDO: um grupo musical formado por 5 meninos lindos, que cantavam e dançavam coreografias super complexas, tipo as boys bands de hoje. O integrantes eram o Robby, Ray, Ricky (Melendez, substituído depois pelo Martin “salsa e merengue, Maria’, Roy e Charlie. O Ray era o meu predileto!
Eu tinha até que muitas coisas: revistas, pôsteres, fotos... E fazia por merecer ter cada uma delas. Depois de muito pedir, minha irmã (a mais velha!) disse que compraria os ingressos pra eu ir ao show, na cidade vizinha (estádio Bruno Daniel em Santo André). Eu fiquei feliz da vida! Faltava uma semana pro show. Liguei na loja de calçados ‘super top’, que deveria estar vendendo os ingressos e não me conformei quando me responderam que OS INGRESSOS HAVIAM ACABADO! Chorei e não foi pouco. Contei pra uma coleguinha da Quinta C e, no dia seguinte, ela me ofereceu os ingressos dela e da irmã, pois elas (que eram super estilosas) preferiam comprar jeans, camisetas, etc, etc...
Sou grata à Carla e à sua irmã até hoje, pois, desconsiderando que eles não tinham banda (era playback), a espera de 4h e todos os perrengues, foi o MELHOR SHOW DA MINHA VIDA!
Minha irmã do meio (Ailta) aproveitou para fazer todas as chantagens que podia e, principalmente, tomar posse do dial bem no dia do lançamento do Evolución, na (extinta) Rádio Cidade FM (minha chance de aprender a cantar as músicas, já eu tinha o encarte com as letras, da Contigo!)
Minha irmã me xingou por todos os motivos (e eu, fingindo zen, nem respondia à altura): pelo dinheiro gasto (ela podia fazer escova no cabelo e comprar roupas), por acordarmos cedo, por ser longe, porque tava frio, porque ia chover, porque choveu...
Chegamos no estádio umas 8 e pouco da manhã: lotado! Estávamos bem lá atrás e eu mal conseguia enxergar o palco. Nos perdemos das meninas com quem estávamos e eu tive uma ideia magnífica (já tinha ouvido que fãs faziam isso!): fingi desmaio!
Minha irmã começou a gritar e eu logo fui socorrida por uns caras, acho que eram dos Bombeiros, que me botaram pra frente da corda de segurança, que se rompeu, mais tarde, com a quantidade de fãs enlouquecidas.
15h, hora em que devia começar o show, tava um frio do caramba e eu nada agasalhada... E, tipo, nem aí! A chuva ficou mais intensa e eu tive a feliz ideia de me equilibrar em 4 latinhas de refrigerante, que estavam jogadas no chão, pra não me sujar tanto. Nós tínhamos bisnaguinhas na mochila... Não lembro, mas devem ter virado pasta.
Quem se importava que a calça tinha sido branca? Eu não me importava com nada, nem com a minha irmã.
Alguns show de abertura (lembro-me do Magazine – Kid Vinil (Tic Nervoso), do Genshis Khan (Comer, Comer) e, finalmente por volta de 19h eles entraram no palco.
Não sei se porque eu usava óculos e estavam embaçados, mas lembro-me das imagens do show como se fosse sonho.
20 anos depois eu pude ver (e abraçar!) o Ray... A mulher curiosa diante do homem que ele havia se tornado... Mas, a menina sempre esteve ali!
Não se Reprima!!!
*Um dia me deu na veneta que eu era cantora e, de quebra, atriz. E ninguém nunca me tirou isso da cabeça... E não é que ‘virei’, mesmo???
*Eu me lembro de ter visto um só palhaço de perto, uma vez só na vida. O segundo que vi era eu mesma. Cismei que podia ser palhaça! E sou!!!
*Quando o pipoqueiro passava na rua, ele buzinava. A pipoca dele era de canjica salgada (hoje uma raridade!) e o molho, uma delícia! Minha mãe, quando podia, me fazia a surpresa e dava o que hoje seria R$1,00 (em nota) para comprar um saquinho.
Um dia o ‘tio’ me perguntou o que eu seria quando eu crescesse: respondi prontamente: professora de matemática!
Ui! Matemática! Sei que forcei a barra, creio que para agradar minha mãe, (que nem tava lá fora!) que achava que quem soubesse matemática era o máximo. Mas, me tornei, sim, professora, mesmo depois tanto negar. Primeiro professora de Teatro (o magistério muito me ajudou!) e depois do Ensino Infantil e Fundamental I.
O que eu faço com a formação de Fund II e Médio? Sei lá!!!
*Lembrei-me que na casa da Isa, uma vizinha que sempre deixava a porta aberta para quem quisesse entrar e eu adorava ficar na casa dela (tinha a Janaína que era bebê e eu amava fazê-la de minha), tinha o Banzé, que era da Mercedes (mãe do Waguinho, do Waltinho, da Regina e da Angélica (amigos até hoje!), um cachorro viralata mais do que velho.
Um dia ele cismou comigo e me colocou pra correr. Fugi dele até a tartaruga, depois ele cansou e voltou pra casa dele. A rua estaria vazia, não fosse o irmão do Galinha, que viu tudo! Claro que eu neguei, mas aquele moleque sabia bem como me irritar. E usou isso por um bom tempo!
*Eu tive vários namorados, mas nenhum tão... Sério (?) quanto o Saturnino. Lembro-me dele como um pedaço doce da infância, porque eu gostava dele de verdade. Ele já era um pré adolescente e eu uma criança, mas foi meu primeiro beijo. Ele? Era magrelo, não muito alto e tinha as orelhas enormes. Bonito? Para mim era o mais lindo da Terceira Série B.
*Quando eu morava na outra casa, lá na Paraíso, eu não ia muito brincar na casa das outras crianças. Minha mãe não gostava. A vizinha mal humorada, tinha uns filhos pestes (eu ainda não era!) e um bebezinho lindo! Um dia fui brincar lá. O bebê conseguiu se apoiar num balde e começou a me perseguir pelo quintal. Eu gritava de medo da criança. Não lembro se minha mãe ouviu e foi me buscar, se fui sozinha, ou se fugi, mesmo. A verdade que me lembro é de nunca mais ter voltado lá.
*Sempre quando chovia era de lei: minha vizinha me chamava para colher... Pegar... (ah, roubar, mesmo!) rosas dos jardins das outras vizinhas. Saíamos com uma tesoura e um guarda chuva preto. Engraçado que o guarda chuva não servia de nada, já que entrávamos debaixo das calhas para nos molharmos com água suja.
Pegávamos folhinhas que caiam das árvores e soltávamos na água que descia no meio fio. E não satisfeitas com o produto do roubo e com tamanha molhadeira, sentávamos na enxurrada da descida.
Nossas mães nem brigavam. Vai ver achavam que ficaríamos doentes caso não aproveitássemos um dia maravilhoso de chuva.
*Não precisava ser Carnaval: bastava um dia de calor para brincarmos de guerra de água. A brincadeira começava inocente com sprays vazios de desodorante. Enchíamos de água e ficávamos espirrando uns nos outros.
Começávamos com um grupinho de 4 ou 5 crianças... E terminava com um bando de crianças e adolescentes e baldes. A D. Nilce, mãe do Renato e do Rogério, nos deixava pegar água da sua torneira. Fazíamos a maior molhadeira na garagem e ela ria, nos monitorando da janela do sobrado.
*Talvez a EMEI tenha sido mais especial para mim do que a Universidade. Quem ganha anel de formatura quando termina o Ensino Infantil?
Eu!
Ganhei do Levi, que era meu namorado (ele se dizia meu namorado e por mim, tudo bem!) gorduchinho, um anel que vinha no doce. Não, ele não me deu o doce! Mas, quem liga pra doce quando o anel é dourado e tem uma linda ‘pedra de plástico’ cor de laranja??? Fiz questão de usá-lo no dia da última foto. Ficou lindo! E super combinou com a beca vermelha!
*Quando crianças temos preferências, mas, às vezes, nossos melhores amigos se tornam os piores inimigos em segundos.
Brincávamos e brigávamos, tudo de forma muito intensa! As brincadeiras eram bem elaboradas: caixas de geladeira e fogão viravam várias coisas, inclusive o óbvio. Às vezes ficávamos no ponto do ônibus esperando alguém descer e um de nós saia gritando de dentro, com direito a grito de susto da vítima.
As brigas também eram sérias, com direito a porradas e marcas roxas, arranhões e mordidas.
Passados alguns poucos dias estávamos todos juntos de novo, fazendo da Teffé a melhor das ruas.
***Se estão bem contadas, só vc, leitor, leitora é que podem dizer!
****CURIOSA PARA SABER O QUE O EDU BRISA VAI FAZER COM TUDO ISSO!!!
****CURIOSA PARA SABER O QUE O EDU BRISA VAI FAZER COM TUDO ISSO!!!
(RISOS!)
*****Tá afins de colaborar, mandar a sua? Estou super afins de recebê-la!!!
| No muro da Teffé 446 |
![]() |
| Veja o meu anel!!! |
**...começou a tocar esta:
Gosto de músicas que contam histórias!!!
Ah, Marcelo Dalla...
...Faz isso, não!!!
Primeiro que foi surpresa 'blaster' descobrir que vc escreve pro UOL... Segundo que... Aí, vc me faz uma pergunta destas...???
Previsão Diária 22 de Janeiro
por Marcelo Dalla
Período mais descontraído e prazeroso. Júpiter e Urano indicam que o jogo se abre a cada dia. Força, vitalidade e confiança de sobra para aprender, amar, construir e conquistar. Esta é uma etapa ideal para novos projetos e empreendimentos. Não fique parado, qual será a próxima aventura?
por Marcelo Dalla
Período mais descontraído e prazeroso. Júpiter e Urano indicam que o jogo se abre a cada dia. Força, vitalidade e confiança de sobra para aprender, amar, construir e conquistar. Esta é uma etapa ideal para novos projetos e empreendimentos. Não fique parado, qual será a próxima aventura?
Não mexe com que tá quietinho!!!
(risos)
Elton John pede flores e ovos cozidos em sua vinda ao Brasil
Elton John inicia turnê brasileira no dia 27 de fevereiro, em São Paulo. Ele se apresenta ainda em Porto Alegre, Brasília e Belo Horizonte. Nos pedidos para o camarim estão comida típica brasileira, muitas flores, guloseimas e ovos cozidos
Elton John (65) quer que sua vinda ao Brasil seja cheia de flores, comidas típicas e muitas guloseimas. Segundo a produção do Open Sounds, que traz promove o show 40th Anniversary of Rocket Man no dia 27 de fevereiro, no Jockey Club, em São Paulo, o astro inglês quer estar cercado de rosas vermelhas e brancas tanto nos hotéis, quanto nos camarins dos locais onde se apresentará. Serão 16 em cada vaso, sem folhas, recheados com pedras de vidro.
Para comer, Sir Elton John quer comida típica brasileira e aceita sugestões da produção local. Ele também pediu pizzas, nachos, pipoca, chocolates, batata frita e ovos cozidos. Para beber apenas água e refrigerantes diets.
Além da capital paulista, o músico levará os grandes sucessos de sua carreira a Porto Alegre, dia 05 de março no estádio Zequinha; a Brasília, dia 08 de março no Centro internacional de Convenções; e a Belo Horizonte, no dia 09 de março, no Estádio do Mineirão.
*Ah, vá! Sir Elton pode, né?!!!
#adoro
| Meu ingresso |
http://caras.uol.com.br/canal/nacionais/post/elton-john-pede-flores-e-ovos-cozidos-em-sua-vinda-ao-brasil-turne#image0
Trilha sonora do meu sonho...
Era uma noite de Carnaval e eu estava quase deitada no capô de um carro (hábito adolescente, antes podia).
Ouvia de longe uma música bem animada e eu, no meio de toda movimentação, observando e pensando que logo menos eu deveria 'me jogar'. Era madrugada quando entrei pra dormir, num quarto que parecia o de uma pousada, já pensando que acordaria tarde para a praia.
Eu dividia o espaço com 3 meninas: uma loura, uma negra e uma amiga.
Enquanto eu tirava coisas da mochila (lembro-me perfeitamente das chupetas embaladas!), alguém me liga e a música do toque era...
'Still Loving You' é parte da minha trilha sonora...
Combina com um dia de Sol e, na versão do disco (sim, vinil!), me ainda me parece libertadora (adoro músicas com esse tom... Confessional!).
Esta é aquela que, mesmo ouvindo três milhões de vezes, não enjoo (inclusive na versão do passarinho, engraçadíssima!)
Lembro-me perfeitamente do Scorpions no Rock in Rio 85, que vi pela tv, quase em tempo real. A sensação que tenho agora enquanto escrevo é de redescoberta... Ainda não sei porque, mas fico no aguardo!!!
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