Sigmund Freud
E quando eu amo o outro, amo a mim mesma!
Brinco que o dono destes pés é a minha versão FEMININA (eu sou o masculino!).
Falo de alguém generoso, acolhedor, elegante, simpático... Me desdobraria em mais e mais elogios, mas paro para atentar que... Ele é ele, e eu, tão compatível com meu lado sombra, não posso mais me permitir tal comparação.
Ele é o meu maior amigo... E logo, fazendo parte desta lista, não posso deixar de declarar.
#gratidão #gratidão #gratidão
E qualquer referencia à Casa dos Budas Ditosos, eu me limito a sorrir... E agradecer ainda mais!
"...Senti uma dor fina e quase um estalo, cheguei a querer deslizar de costas pelo colchão acima, mas ele somente enfiou-se em mim até o cabo e ficou lá dentro parado, me segurando forte, para só então terminar o beijo, erguer o tronco e começar a me foder, olhando para a minha cara. E então, com a expressão de homem mais bonita que já vi na minha vida e exalando um cheiro para sempre irreproduzível, gozou muito fundo dentro de mim e eu senti, senti mesmo, aquele jato me inundar gloriosamente aos borbotões, aquela pica grossa e macia pulsando ereta dentro de mim, ai! Eu não gozei, mas só tecnicamente, porque de outra forma gozei muito naquele momento, não posso descrever minha felicidade, minha profusão de sentimentos, me sentir mulher, me sentir fodida, me orgulhar de ter sido esporrada em meio a meu sangue, sem fricotes, como uma verdadeira fêmea deve ser inaugurada por um verdadeiro macho.''
(do João Ubaldo Ribeiro)





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