Gritomudo

Gritomudo
#gritomudo

domingo, 11 de setembro de 2016

Cof cof cof...

Vida loka!!!

Olhem pra mim e vejam a mais nova e dedicada aluna do curso de Pedagogia! 
Aquelas coisas loucas que faço sem pensar, me joguei na oportunidade e, depois de mais de um mês de aula, foi que soube da duração de três anos... Mas, como entrei no meio do ano... 
Pensando bem, eu até preferia continuar louca com duas matérias por mês, virando madrugadas e findis e terminar em um ano e meio.
Sim, tô indo mega bem, mas sem pretensões. E vou melhor ainda nas matérias que faço sozinha! 
Dia desdes fui pega no 'plágio'! Rsrsrsrsrsrsr... Na verdade, foi uma mal entendido e tudo foi esclarecido com tranquilidade. 

Dia destes, também, fiquei sabendo que, com a nova portaria da P#2* eu posso fazer uma evolução por ano até o 21! Woooooooow!!! 'Comassim'??? Fiquei doida! Taca inscrever-me em todos os cursos do mundo, estourar os cartões, fazer duas extensões pra garantir 2017 e foco no 20, em 2018!
Enquanto dedico-me à essas coisas todas, vejo coisas muito legais acontecendo em outros estados e me pergunto: O que eu tô fazendo nesta cidade\estado??? Hj, por exemplo, eu querendo ir pra Amazônia e a Niza me traz um potinho cheio de amoras e pitangas do quintal... 




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Vida loka!!!

Comprei ingresso pra ver o Black Sabbath! Sim, paguei com a língua, mas depois de tanto ouvir que o show de 2013 foi incrível, não resisti. 
Sim, eu vi o Dio! 
E o Ozzy faz parte do meu imaginário infantil, por arrancar cabeças de morcego com os dentes. Não esqueço da primeira vez que vi aquela figura na TV, num programa de vídeoclips, em Paranoid. Então, digamos, estarei resgatando O LÚDICO QUE EXISTE EM MIM! Mas, vou de cadeira.
E consegui um pro Guns pra amanhã, mas não tenho dinheiro. À espera de um milagre!

Sim, fui ver o Rádio Táxi (sem Gasperini, sem Taffo, mas com o Marcucci e Gel Fernandes) e Paulo Ricardo (bonito!) e... A BANDA METRÔ!
Sim, o Metrô valeu a vida! Mas, fiquei com vergonha (eu, vergonha!) de levar meu disco velhinho pra eles autografarem. A Virginie disse que podia!


Quase surtei com a possibilidade de ver o Ricky Martin na Arrrrentina. Foi por pouco! 
Em princípio, não há mais ninguém que eu queira ver aqui no Brasil, mas, já tô ansiosa pelo Rock in Rio Card. Sim, vou em todos os dias que eu puder, portanto foco no 18C!!!

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Vida loka!

Ontem, a Ailta me contando da Niza: "- Vc reparou que a Lana tá andando normal?" - e ontem, mesmo eu pensava nisso! 
Sim, estou andando, e começo a desafiar o tempo, quando passo na frente dos carros, desrespeitando o verde deles. 
Ainda tenho medo de descer escadas, MAS JÁ PULEI A CERCA DUAS VEZES, HÁ, HÁ, HÁ... Claro que segurando no batente da porta e bem devagarinho, PRA MOSTRAR PRA ELA QUEM MANDA NA GRAVIDADE! 

Fisioterapia, primeira das próximas 19 sessões:

- Ei, o que vc tá fazendo aqui?
- Agora foi o outro!
- Sério???
- Há, há, há... Mentira! O traumatologista mandou fazer mais 20!

Ai, o fisio deixa o box entreaberto e começa o ultrassom, quando o outro passa, deixa escapar a curiosidade e volta.

- Tá fazendo o que, aqui? Fazendo arte de novo???
(OS DOIS) - Agora foi o outro pé!
- Não acredito, meu!!!
- Há, há, há... Mentira! É o mesmo!

E quando eu chego, a rádio está sintonizada na Kiss e não mais na Disney, ufa! Pagar pedágio (porque quero!) com uma caixa de bombons, só me custa 8 reais.

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Vida loka!

Sessão Beterraba, com o melhor do cancioneiro bicho-grilo tupiniquim, é MPB de quinta!
Comigo, das 22h às 0h, quando a Vivo não me f&2@ o upload!
Bora, cabear o confinamento, com um roteador mega potente e um mic do capeta (como diz o Marlos!)




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Vida Loka!

O que era para ser férias, virou investimento (profissional e pessoal!). O que era para ser em 2013 será em 2016. 
Preparando-me pra encarar 9 dias de treinamento físico intenso, depois de quase seis meses de parada obrigatória. Nem contei nada. E o Universo tá conspirando a favor!

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Vida loka!


Teodora depois da cirurgia de castração. 
A pior parte foi assinar o termo de responsabilidade, que é de praxe, porém o risco de morte pra coelha é bem maior. 
Hoje (3 dias depois!) ela já tá subindo na cama pra dar lambeijos. Eu tinha a certeza absoluta de que ela voltaria e do jeitinho que sempre foi: maluquinha!

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Vida loka!!!

Toda forma de amor...
#grataaocubo




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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Hj já é segunda feira...

Embora eu ainda não tenha dormido.
Logo menos sairei por aí com um grupo, Os Irmãos da Rua, para entregar os cobertores que compramos nas ruas de SP.

Tudo começou com o meu frio. Eu dentro de casa, coberta com 3 cobertores e uma coelhinha quentinha pulando em mim. Eu de meias, blusas... E pensei nos animais... E nas pessoas.

Vi um post, no Facebook, de alguém que comprou cobertores por um preço possível e eu, que se economizasse um valor tb poderia fazer aquilo. Quando percebi, colegas se dispuseram a ajudar e, o que seriam dez cobertores, viraram 44.

'Fazer o bem sem olhar a quem', no fim, acaba que esse bem retorna à mim, em forma de leveza.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Oi!!!

Há algumas horas eu estava morrendo de enxaqueca... AGORA, NÃO ESTOU MAIS! Simples assim!
Vai entender...

Cabe alguma música?
Sugestão?

quinta-feira, 30 de junho de 2016

E enquanto isso, a vida real se avizinha...

** Meus dias estão sem sal, estou fazendo café com muito açúcar (igual nego apaixonado) e nasceu um rosto em minha acne...
Resumindo, chega p cá, minha leoparda!
...

Sim, "(**) dá um nó nas orelhas essa situação inusitada". Enquanto isso, eu, vagarosa, vou passeando pelo lado de dentro e espiando do lado de fora. Tudo tão lindo, amarradinho, harmônico...

** Tu é a mulher mais incrível q eu ainda nem conheço!

“O amor é visto por Aristóteles como um elemento perturbador da harmonia da alma, ridículo no seu desejo de reciprocidade, ocupando o amante com a satisfação das partes mais baixas de sua alma, e distraindo a atenção das faculdades superiores, que encontram sua expressão na amizade como obra-prima da razão [...].” (ORTEGA, 2002, p. 37).

Ele é sábio. sabido, sensível... Isto me impressiona, pois, nunca preciso falar tanto. Ele lê os meus silêncios, sem precisar silenciar. 

Eu??? Já não me conheço! Ando vagarosa como um meio de tarde daqueles bem quentes. Encenando uma paciência que, juro, já tive. Vivendo uma preguiça providencial e administrando, lindamente, o meu rock in roll (que é daqueles de quebrar a guitarra em cena!). Drástica nos meus desastres. 

* Sou incrível, no sentido de estranheza, meu bem. Isso eu te garanto! Não tem em mim nada tão impressionante, a não ser o fato dos meus extremos e instabilidades que, para alguns, é um charme, para outros um tormento. O inferno na Terra.

(Minto?)

A trilha sonora desta conversa reflexiva passa a ser um set list pra show de duas horas!

"Eu, no seu lugar..."; "Se eu fosse vc..." Então, neste caso, melhor que eu deixe tudo entrar nesta vibração do 'eu sendo eu', mesmo. 

"(**) os pensamentos são ladrões."

 

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Xangô Remix (Risos)


Na cidade grande
Por mais que eu ande
Ainda me espanto
Quando ouço uma explosão
Lá no interior sempre era São João
Viva, São João 
Meu carneirinho 
Como te esperei 
Ano inteirinho 
Ao pé da fogueira 
Madeira, velame 

Que o nosso amor inflame a noite inteira
Rasteiro ou no chão 
A gente se esquenta 
E arrebenta a boca do balão

Taqueu... !!!


terça-feira, 21 de junho de 2016

E eu ainda jurando que vou dormir cedo, tsc, tsc...



Não posso ficar parado pensando se seria melhor, ou não!


Superficial como um espinho
Me deixou aqui sozinho
Ferido no coração
E eu virei esta pequena ilha
Cercada por concreto
Inundada por ondas de paixão

Superficial como um espinho
Me deixou aqui sozinho
Ferido no coração
E eu virei esta pequena ilha
Fechada em meus sentimentos
Calado e tão só

E eu vou matando um leão por dia
Não posso ficar parado
Pensando se seria melhor ou não
Era a oposição que nos atraía
Eu tão socialista
E você tão neoliberal

Superficial como um espinho
Me deixou aqui sozinho
Ferido no coração
E eu virei esta pequena ilha
Fechada em meus sentimentos
Calado e tão só

Este janeiro, mesmo... 
Eu tinha feito do shopping próximo, a extensão do lugar onde eu estava hospedada. Enquanto me preparava pro almoço e procurava por algo que, conscientemente, não sabia o que era, essa música chamou-me a atenção.
Agradeci pelo wi fi perfeito do hostel, pois ouvi, pelo menos umas 50 vezes para tentar entender-nos... a música e a mim!
Acho que acabei comprando mais uma camiseta do Rock in Rio. (Risos)


Desbravando SP

Fazenda da Juta, leste - SP


Boldo

Roupas coarando no meio da rua

Lá longe, roupas coarando, no meio da rua

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Meu aniversário - NIVER43

Tão turbulento, esse meu fevereiro, que resolvi: IREI COMEMORAR MEU ANIVERSÁRIO EM OUTUBRO!

Por que outubro? A resposta, ainda não sei, Só sei que cismei! 
Hotel comprado e pago, passagens compradas e pagas.

Vai ter bolo? Sim!
Vai ter 'parabéns'? Sim!
Vai ter música? Sim!
Vai ter passo perfeito??? SIM, COM CERTEZA, TERÁ!!!

E, se eu puder escolher uma música...



Pombo correio

Me deixe livre de suas mãos
Me deixe voar para terras distantes
Sobre campos verdes, árvores e montanhas
Flores, fontes e florestas
Longe de casa, muito além das linhas do horizonte

Desta sala escura e solitária
Projeta uma sombra desanimadora, melancólica
E meus olhos são espelhos
Do mundo lá fora
Imaginando o caminho
No qual o vento pode mudar de rumo
E estas sombras mudam
De roxo para cinza

Como um pombo correio
Sonhando com o dia
Esperando pelo dia
E ele poderá abrir suas asas
E voará para longe, novamente

Voe, pra longe, pombo correio, voe
Além dos sonhos
Que você deixou, há tanto tempo, para trás


Deixe me acordar de manhã
E sentir o cheiro do feno cortado
Para rir e chorar, viver e morrer
Na luz do meu dia

Eu quero ouvir os sinos repicando
Das igrejas, ao longe, cantando
Mas, mais que tudo... me liberte
Deste doloroso anel de metal
E abra esta gaiola em direção ao sol


B-day!!!





"A vida é boa, selvagem e doce
Vamos tocar a música...
Sinta em seu coração e sinta em sua alma
Deixe a música assumir o controle"




O aniversário dele é hoje, e eu comemoro ainda pelo 09.03.2016
(Ginásio do Ibirapuera, SP)

Não é que as coisas são más... (Achei o que eu queria dizer!)


...Mas, tá doído...

Definitivo

Definitivo, como tudo o que é simples. 
Nossa dor não advém das coisas vividas, 
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. 

Sofremos por quê? Porque, automaticamente, esquecemos 
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções 
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado 
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter 
tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que 
gostaríamos de ter compartilhado, 
e não compartilhamos. 
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. 

Sofremos, não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas 
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um 
amigo, para nadar, para namorar. 

Sofremos, não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os 
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas 
angústias, se ela estivesse interessada em nos compreender. 

Sofremos, não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. 

Sofremos, não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo 
confiscado de nós, impedindo, assim, que mil aventuras nos aconteçam, 
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar. 

Por que sofremos tanto por amor? 
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma 
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez 
companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. 

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um 
verso: 
Se iludindo menos e vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida 
está no amor que não damos, nas forças que não usamos, 
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do 
sofrimento, perdemos também a felicidade. 

A dor é inevitável. 
O sofrimento é opcional...



Carlos Drummond de Andrade


Tão bom não ter nada pra dizer, quando se quer dizer algo...

É isso!!!

CONSELHOS DE PUTA VELHA

Não se esforce demais. O lingerie de seda, o perfume importado e o jantarzinho a luz de velas com vinho caro é para quem merece. Algumas mulheres têm mania de pegar um ficante que encontrou há a uma semana na balada, levar pra casa e tratar como um rei. Tratamento vip é para namorado firme e marido, se merecerem. Porte-se como uma joia rara e como tal não se doe facilmente para o primeiro que aparecer, não importa o nível da sua carência, seja valiosa.

Pare de ser tão boazinha. Abrir mão do que gosta, mudar o jeito de ser, deixar de se divertir, só porque começou um relacionamento e está apaixonada? Homem gosta de mulher com vida própria, orbitar em volta dele é receita certa para o fracasso, ele pode momentaneamente demonstrar que gosta deste estilo, mas logo se cansa. No fim você perde o namorado e os amigos. Sem contar que ele não vai abrir mão de assistir futebol para ficar com você. Use o mesmo critério para lidar com ele e no fim ele estará te acompanhando em tudo, feliz da vida, afinal é muito bom estar ao lado de pessoas que tem vida.

Pare com os joguinhos. Os casais perdem a oportunidade de se conhecer de verdade e sem máscaras. Está manjado demais transar só no terceiro encontro, não responder a mensagem antes de 60 minutos, só atender o telefone no quinto toque, fazer ciúmes sem necessidade e fingir que não dá a mínima. Encontrar o equilíbrio entre ser disponível demais e ser inacessível está difícil. Ninguém mais demonstra interesse e tesão pelo outro de forma saudável. Nunca sabemos se o outro não liga no dia seguinte porque não está interessado ou porque está se fazendo de difícil para valorizar o passe. Ter tato para não perder a dignidade e saber a hora de bater em retirada é importante, mas um pouco de transparência e sinceridade não faz mal a ninguém. Se for fazer joguinho, seja inteligente, crie novos truques, pois alguns já estão batidos demais. 

Jamais se rebaixe. Não importa qual foi a traição, a culpa é do seu parceiro e não da “vagabunda” que ele comeu, a não ser que ela tenha colocado um revolver na cabeça dele. Essa história de mulher bater na amante é ridícula. Nenhum homem é digno de escândalos e manifestações públicas de ciúmes, isso inclui as indiretas nas redes sociais. Mesmo que tiver chorando lágrimas de sangue, fique em cima do salto, ninguém precisa saber da sua condição miserável, não dê esse gostinho para as inimigas e para algumas amigas falsas e invejosas. Aprenda, para algumas pessoas só contamos as vitórias! 

Seja você mesma. A performance do filme pornô de quinta categoria não precisa necessariamente ir para sua cama, nada mais patético que a mulherada que finge orgasmo e ainda quer contar vantagem “pras amiga”. Sem contar que se a coisa for forçada demais o homem percebe. Já ouvi depoimentos de caras que simplesmente brocharam em situações assim. Nada contra quem gosta do estilo e faz porque realmente gosta e está com vontade, mas tudo que é falso e feito somente para tentar impressionar o outro pode gerar efeito contrário. 

A diferença entre ser feminina e mulherzinha. Homem quer ser homem, o chefe da casa. Suba na cadeira e chame o gato pra matar a barata, peça-o para abrir a conserva de azeitona e trocar a resistência do chuveiro (essa é uma lição que ainda não aprendi). Quando o macho alfa terminar, não esqueça de agradecer e elogiar tanta virilidade Não importa se você é presidente de uma multinacional e ganha cinco vezes mais que ele, seu parceiro vai adorar uma mulher feminina que o valorize enquanto homem e que o faça sentir-se útil (isso se ele merecer). A mulherzinha olha a marca do carro, dá golpe da barriga e é manipuladora, faz escândalo por qualquer coisa, quebra as finanças do parceiro, requer atenção total, mas é afetivamente mesquinha, só recebe. Mulherzinha, ai que preguiça! Para os leitores que levam tudo ao pé da letra, é claro que esse é um exemplo, existem infinitas possibilidades para valorizar um homem, e não podemos limitá-los apenas a matadores de baratas e abridores de conservas. 

Escolha bem seu parceiro, use a razão, não só o coração. A mulherada lutou e luta tanto por igualdade, mas hoje tem jornada dupla e até tripla para dar conta da vida profissional, casa, filhos e marido. Queria saber onde está a igualdade nisso, pois enquanto a mulher se desdobra, muitos maridos estão no sofá assistindo TV, ou no bar com os amigos. Quando for se relacionar com alguém, antes de se envolver loucamente em um amor de pica sem fim, preste muita atenção na sogra, veja como ela trata os filhos. Dá tudo na mão, recolhe os sapatos e meias sujas pela casa, faz o pratinho de comida com o feijão em cima, lava as cuecas, defende cada um até a morte mesmo que estejam errados? Se for esse o caso, AMIGA, CORRAAAAA! Caso contrário, você será uma forte candidata a Amélia emancipada. 

O borogodó - magnetismo pessoal - e amor próprio vale mais que um corpo sarado. A mulherada está caprichando tanto no treino, na lipoaspiração e no silicone, mas o número de fracassos amorosos não diminui. Outra ala se sente gorda demais e sem autoconfiança para atrair o sexo oposto, mas também não faz nada para mudar. Existem mulheres que, aparentemente, não possuem nada de especial, podem até ser “feias”, porém, por alguma razão os homens caem aos seus pés. Esse magnetismo em algumas mulheres vem de onde? O que elas têm é independência emocional, se apoiam sozinhas, se bastam, tem outras metas além de agarrar um homem, estudam, trabalham, viajam e são felizes sozinhas ou acompanhadas. Não vivem carentes, chorando pelos cantos, não são cheias de mágoas, não pegaram ódio dos homens por conta de decepções do passado. Aconteça o que acontecer, essas mulheres estão sempre de cabeça erguida e tem uma vida que não se limita apenas em se arrumar para encontrar um macho. 

Seja uma puta entre quatro paredes e o que quiser na sociedade. Afinal, o que é ser uma dama na sociedade? A Amélia emancipada devotada à família, a esposa renegada, que trabalha que nem camela para dividir com o marido as contas de casa? Tem algo mais irritante que estereótipos do que é ser uma boa mãe e esposa? E a quantidade de cobranças que recebemos quando não atendemos esse modelo? E essa mulher resignada e atarefada, consegue ser o mulherão que os homens adoram entre quatro paredes? Claro que não! Conheço casais que nunca conversaram sobre suas preferências e fantasias sexuais. Tudo bem que não é fácil manter o tesão a todo vapor 100% do tempo, mas quanto vale o seu relacionamento? Será que ele não merece um pouco mais de investimento? Nem é tão difícil assim satisfazer um homem, faça bem feito, faça com gosto, mostre que ele é desejado (se ele merecer) nem precisa se pendurar no lustre e saber todas as posições do kama sutra, basta tirar algumas horas para dedicar exclusivamente a ele, com amor, carinho e uma pitada de sacanagem, por que não? Por ele, sim, vale investir no jantarzinho a luz de velas, no lingerie de renda e no vinho caro. 

Esse título foi inspirado por uma grande amiga, prostituta aposentada, que acumulou uma experiência de vida que poucas vezes vi igual. Na verdade, ela tem a idade da minha mãe e sempre me deu conselhos dizendo: – Ouve o conselho dessa puta velha! Por incrível que pareça, toda vez que não seguia os conselhos dela, me dava mal. Esta mulher, até hoje, tem em suas mãos tudo que quer e um poder de atração de dar inveja a qualquer ninfeta de 20 anos, soube investir todo dinheiro que ganhou e tem uma vida mais que tranquila, ao lado do grande e único amor de sua vida. E quando pensamos em puta, pensamos logo em promiscuidade e vender o corpo, mas tem muita puta por aí mais digna e honesta que certas mulheres tidas como “damas da sociedade”, mas que já se venderam mais que tudo e por muito pouco. Histórias assim são para quebrar os paradigmas e fazer repensar alguns valores, sem contar que chacoalham os puritanos, as feministas e críticos de plantão.

ISIS THOT

(Trouxe da Jace. E fica a dica!!!)

terça-feira, 14 de junho de 2016

Deixe o ego de lado e peça desculpas!

Aristóteles é o tipo de cara que dizia coisas interessantes como “o homem é um animal político”.

Basicamente, a ideia é que não nascemos sozinhos no mato, que estamos todos em constante relação uns com os outros, que, por mais contestável que isso seja, dependemos uns dos outros para viver.
De fato, o que seria de mim ou de você, por exemplo, se não fosse um tal de Tim Berners-Lee inventar a internet? O que seria do mundo hoje e da facilidade que temos de saber uns sobre os outros, bem como saber tudo sobre todos, se não fosse um tal de Zuckerberg reformular os conceitos sobre contato humano em rede, além de uma dupla, Larry Page e Sergey Brin, inventar o tal do buscador mais útil do mundo?

Eu não sei o que seria da gente e das pessoas que conhecemos se não fosse uns poucos gênios fazerem coisas que mudaram diretamente nossas vidas. Mas eu sei o que seria de mim, de você e do mundo se não soubéssemos pedir desculpas, seja neste tempo de amores virtuais ou numa vida mais remota – onde a Dercy Gonçalves ainda estaria aprendendo uma língua para profetizar seus palavrões (brincadeira).

Precisamos entender que, embora os dias de hoje nos adestrem a uma vida individualizada, isolada de um contexto de relações mais orgânicas e viscerais, tudo o que temos, o que somos e o que fazemos está direta ou indiretamente ligado às pessoas e ao mundo à nossa volta. Você pode bradar a sua independência financeira, mas não pode desmerecer a existência de seu empregador ou cliente. Você pode dar uma de Supertramp e fugir do mundo, mas não pode deixar de concluir, fatidicamente, que “a felicidade só é real quando compartilhada”. A vida não gira em torno da gente, nós é que rondamos à sua volta.

Por isso, precisamos aprender a nos desculpar. Precisamos pois os fatos nos levam a assumirmos a posição de que nada somos sem os outros. O lar onde nascemos, a vida que tivemos e que temos, até mesmo as projeções de futuro que fazemos – tudo tem relação direta com o mínimo de contato humano na Terra (seja para o bem ou para o mal). Assim como eu preciso da sua existência para me ler, você precisa da existência de pessoas que escrevam para satisfazer os seus desejos textuais.
Então reflita sobre as vezes em que você rompeu uma relação por receio de tornar pública a fragilidade de seu ego. Pense, seriamente, sobre os momentos de intriga que você cultivou com a desculpa de que a treta foi necessária, pois você “tinha razão” – assim então cometendo um auto-engano. Você percebe que, com o simples ato de evitar se desculpar, você acabou criando um clima hostil, no qual o fato de precisarmos uns dos outros fica pesado demais para se suportar? Você sabe o que é isso, não queira se enganar agora.

Saiba: pedir desculpas é uma bênção. Não porque você admite estar errado, longe disso. Nem sempre quem se desculpa cometeu algum erro. Às vezes, fazemos porque entendemos que a relação que temos com a pessoa a quem pedimos desculpa vale muito mais do que a sensação de estarmos certos.
Quando entendemos isso, acabamos nos libertando do esforço de cultivarmos uma imagem forte de nós mesmos, nos libertamos da tirania de uma visão de aceitação social que, embora aparentemente soe atraente, apenas acaba afastando ainda mais as pessoas de nossa volta. E nós precisamos delas.
O amor à qualidade de um relacionamento deve superar o desejo por dar biscoitos ao próprio ego. Não queira empanturrar sua autoestima às custas do flagelo alheio. Você pode fazer diferente. Você é mais do que isso.


Eu mudei, agora dou a cada pessoa o valor que merece

Quase sempre as experiências que vivemos mudam a gente, nos ajudam a restabelecer as nossas prioridades e os nossos conceitos, a não deixar que nos pisem, que se aproveitem de nossas ideias ou que nos façam sentir pequenos. Em resumo, nos oferecem a possibilidade de dar a cada pessoa o valor que ela merece.

Priorizar e dar a cada pessoa a posição que lhe corresponde em nossas vidas significa construir, solidificar as bases da própria autoestima, fortalecer o conceito que temos de nós mesmos e conseguir discernir o que é positivo e o que é negativo para nós.

Para fazer isto devemos assumir que nem todo mundo deve ter voz e voto em nossas vidas. A confiança e a prioridade são dois privilégios que “se conquistam” e “se constroem”, de modo que é fundamental dar a nós mesmos o privilégio de aceitar ou não que alguém tenha peso no nosso dia a dia.


Amadurecer é sinônimo de crescer e priorizar

Com o passar do tempo, nos tornamos especialistas em “perceber” o que nos interessa de verdade.Falamos de vínculos saudáveis e insanos, de pessoas que nos enriquecem e pessoas que nos prejudicam, de costumes e de expectativas, etc.

Somos obcecados por agradar o mundo todo, o que acaba gerando a sensação de que estamos rodeados por uma quantidade mais do que por qualidade. Normalmente isto muda com o passar do tempo e seja pelos anos ou pelos danos, começamos a dar prioridade a aqueles que consideramos importantes nas nossas vidas.
Não se trata de perdoar erros ou de não fazê-lo, também não se trata de tentar estar sempre livre de decepções ou de procurar braços que nos protejam da rejeição, do abandono ou das guinadas que damos na nossa viagem.

Não é questão de ter amigos eternos ou amores para a vida toda. Não é questão de querer alcançar a perfeição em uma única pessoa. Na verdade, trata-se de reconciliar as nossas prioridades tornando-nos conscientes dos nossos afetos e enriquecendo a nossa bagagem de relacionamentos.


Não viva de aparências; elas sempre mudam

A necessidade de aparentar se faz notória na consideração que fazemos dos nossos relacionamentos através das redes sociais, e também por não nos afastarmos daquilo que não nos agrada.
Neste sentido, para deixar partir aquelas pessoas que não nos fazem bem, primeiro é preciso parar de abrigar a ideia de que a dor emocional é uma parte inerente das nossas relações.

As pessoas que têm valor nas nossas vidas são escolhidas por nós, assim como a prioridade que lhes damos. As etapas pelas quais passamos determinam de forma perigosa as máscaras que vestimos e as máscaras que os outros usam. Por isso, para desmascarar egoísmos e falsas companhias, primeiro é preciso limpar as próprias lentes e perceber o suicídio que significa ter a pretensão de ser como os outros esperam e anseiam que sejamos.
A importância de se conhecer e dar a valor às próprias inquietudes

Cada um é como é, e o leque de qualidades que nos caracterizam deve nos pertencer, não responder às imposições, prioridades e interesses que os outros manifestam sobre nós. É difícil fazer este autoexame, mas ele não deve assustar você.

Para conseguir este tipo de liberdade é preciso examinar o próprio passado e o presente emocional,analisar que tipo de prioridades são acumuladas e a que (e a quem) correspondem. Isto é importante na hora de limpar a sujeira que habita nossas vidas.

Normalmente não damos importância a isto e deixamos que se acumule a dor “daquelas concessões”que oferecemos às custas da própria identidade. Não refletimos e isso, sem dúvida faz com que nos sintamos com a necessidade de escapar de nós mesmos.

No entanto, isto é totalmente sem sentido, pois é como se um alérgico colocasse debaixo do tapete todo o pó da casa pensando que assim não afetaria a sua saúde e que não dificultará uma coisa tão vital quanto a respiração. Visto desse jeito, não cabe dúvida de que aquelas questões e pessoas que são negativas para nós acabam se apropriando do nosso presente.

Isso tira o lugar do que é positivo e nos machuca. Dói muito. Por isso, quando você tiver aprendido o suficiente da dor de outorgar prioridades inadequadas, você olha para o seu interior, se cura e sobe mais um degrau. Um degrau a partir do qual você grita: Basta! Não vou dar aos outros o valor que não merecem.

A gente sempre volta aos velhos lugares onde amou a vida

A gente sempre volta aos velhos lugares onde amou a vida. Contudo, na música “Peixes da cidade”, de Joaquin Sabina, ouve-se esta frase: “Ao lugar onde você foi feliz, você não deveria querer voltar”. Então, em que direção posicionamos a nossa bússola?

Sabina está certo: talvez, ao voltarmos a esses lugares que marcaram as nossas vidas, não possamos enxergá-los do mesmo jeito, percorreremos com o olhar descoberto, sem a venda da paixão e a plenitude vital absoluta. Veremos os prédios como são, estruturas de vários materiais que acolhem locais e turistas, mas que já não parecem atores colocados intencionalmente em nossos caminhos protagonizando a mesma história.

Seus cheiros já não parecerão cúmplices da luz que alberga os seus sentimentos. Não serão cúmplices cada vez que você caminhar pela estação mais bela da vida pela qual você terá que passar, mas também sair, pois parece que tudo é muito mais belo quando tem um final.

“Os amores impossíveis não podem se desenvolver, se transformar, se modificar… portanto, nunca morrem.”
-As Pontes de Madison-


Em pessoa ou só na imaginação, mas a gente sempre volta

Existem histórias que têm um trajeto justo na sua vida, e é o justo e necessário. Se você quiser que durem mais, deixarão de abrigar você nas noites de gélidos lamentos e angústias, pois o seu manto de doçura sustenta, no seu fim, mistérios abertos. Às vezes, é preciso guardar quimeras de amor como um tesouro, pois esse sentimento que nunca foi completo na sua hora será autêntico a vida toda por ser inacabado.

A gente sempre volta aos velhos lugares onde amou a vida, mesmo que seja apenas na imaginação… para voltar a sentir o ritmo das batidas do coração e a inocência ao respirar no seu peito.

A gente sempre volta aos velhos lugares onde amou a vida, inclusive volta a esses lugares na imaginação. Ao engolir as lágrimas frente a qualquer lembrança inesperada. A gente sempre volta quando quer se apaixonar de novo, para voltar a sentir o que se sente. A gente sempre volta para sonhar com alguma coisa, para demonstrar que este sonho poderia ser realizado.
A gente sempre volta para se lamentar

Às vezes uma pessoa volta aos velhos lugares onde amou a vida só para se lamentar por ter deixado passar essa oportunidade. Volta com tristeza e arrependido. Mas com mais paixão do que nunca, pois apesar de tudo, a chama continua acesa.

Volta para se lamentar por não ter sido corajoso por medo e insegurança, e contudo sim tê-lo sido quando o que ganhou não era felicidade, e sim conforto. Esse tipo de certeza só acontece uma vez na vida.

“Só vou dizer isto uma vez. Eu nunca disse isso, mas este tipo de certeza só se sente uma vez na vida.”
-As Pontes de Madison-


A gente sempre volta para demonstrar-lhe fidelidade

A gente sempre volta a esse lugar para lhe dizer que nenhum outro conseguiu fazer com que sentíssemos o mesmo. Com pessoas, sensações e sucessos muito parecidos, mas o jeito como ele tocou o nosso coração nunca foi igual. Às vezes precisamos comprimir toda a nossa existência em pouco tempo.

Esse jeito de agir livremente, de forma anárquica, imprevisível, rebelde e apaixonada é um presente que você dá a esse lugar porque o amava pela forma como fazia você se sentir. Não é um relacionamento no qual alguém perde: ambos recolheram a magia do outro para brilhar mais. Esse lugar brilha mais depois de saber que você lhe foi fiel. É um segredo entre os dois que não o prende, faz você ser livre.
A gente volta ao lugar onde amou a vida para ser corajoso

A gente sempre volta aos velhos lugares onde amou a vida para ser corajoso e para curar feridas,sabendo que podem voltar a sangrar outras que já dávamos por cicatrizadas. A gente volta a esses lugares porque um momento de plenitude ali vale milhares de acontecimentos em qualquer lugar, e porque os dias não são felizes, os dias tem sentido, e portanto são de uma felicidade refreada.

A gente volta a ser corajoso porque é consciente de que um dia pode evitar viver a vida nesse lugar que amava, mas não está disposto a ir embora dele sem voltar para agradecê-lo, senti-lo… e tentar novamente.

A verdade sobre os recomeços.

Eu sou a favor dos recomeços, mas o problema é que é impossível se começar do zero outra vez. Não temos como esquecer nossas inseguranças, nossos medos e as coisas que nos magoaram. A gente até perdoa, mas esquecer é bem mais complicado. Não que a confiança não possa ser restabelecida, porque pode, mas acontece que esse processo é longo e doloroso, e não acontece assim que decidimos dar uma nova chance. Às vezes, o tempo que determinamos pra nós mesmos como o início é, na verdade, também parte do processo. E só depois que nos pusermos à prova (várias vezes) é que estamos, de fato, prontos para seguir em frente com alguém.

Ou seja, mudanças, quando ocorrem, dependem mais da sua estabilidade emocional, do seu próprio esforço contínuo do que da sua decisão. Decidir mudar ou recomeçar é a parte mais fácil, acredite. Muitas vezes, nós achamos que por não fazermos nada de errado temos que ser recompensados com o “dar certo” de uma história. Mas não tem receita de bolo. Essa equação quase sempre falha, então por mais que você se empenhe pra conquistá-lo, ainda assim, tem que ter consciência de que não pode controlar as vontades dele e, principalmente, a interpretação dele sobre suas atitudes. Mesmo a boa intenção tem mais de um ponto de vista. Logo, ele pode simplesmente não se apegar, não se envolver.

No entanto, não existe nada pior do que a dúvida pertinente da tentativa. Se você acredita, o mínimo que seja, que essa relação pode ter algum futuro (reviravolta) tem que esgotar as possibilidades em tentar. Tem que se doar, se entregar. E aceitar, inclusive, as dores e os fardos que se envolver traz. Ninguém é feliz da noite para o dia, como em um passe de mágica. Essa fantasia permanece nos sonhos e filmes da sessão da tarde. A realidade requer coragem, e sobretudo, esforço. Dos dois, é claro. Amor é construído na convivência, na confiança. Sem uma base sólida de respeito e consideração, nem mesmo toda sorte do mundo conseguem sustentá-lo. Bastaria o tempo soprar pra ele ir abaixo.

Você tem que fazer o seu melhor, mas não há nada que eu lhe diga que sirva como um tutorial pra fazê-lo ficar em sua vida. Se ele realmente não estiver disposto e interessado tudo vai ser em vão. Quer dizer, você tentou, sabe? Fez sua parte. Mas migalhas não preenchem corações inteiros. E você não vai poder culpá-lo por isso. Ninguém tem culpa de simplesmente não gostar da gente como queremos. O importante é que a gente se goste muito, o suficiente pra acreditarmos que não merecemos ter tão pouco de alguém.

Fonte: Bendita Cuca

Namore uma pessoa que namore você

Namore com uma pessoa que saiba o que quer.

Namore com uma pessoa que deixou o passado para trás, que planeja um futuro ao seu lado. Namore com uma pessoa que não tenha dúvidas. Que seja presente, e nunca ausente. Uma pessoa que te conforte, te oriente e te apoie. Namore com uma pessoa que não tenha desculpas, apenas em pedidos de arrependimentos ou erros. Com uma pessoa que te faça sorrir constantemente. 

Namore com uma pessoa que também tenha te escolhido, que se entregue intensamente e não meça limites para te agradar. Namore com uma pessoa que não tenha vergonha ou medo de demonstrar os sentimentos. Com uma pessoa que você possa confiar, contar e desabafar. Namore com uma pessoa que desperte o melhor de você, mesmo sem querer. Namore com uma pessoa que te conquiste todos os dias.

Namore com uma pessoa que te causa insônia, ou quem sabe, que te passa segurança o suficiente para você dormir profundamente. Namore com uma pessoa que te coloque em primeiro plano, e em todos os próximos. Namore com uma pessoa que seja gentil, e que não perca o equilíbrio em situações extremas. Namore com uma pessoa que te assuma, sem receios, que não te esconda, nunca. Namore com uma pessoa que tenha coragem para enfrentar os imprevistos da vida, que não vai soltar a sua mão em momentos difíceis. Namore com uma pessoa que não desista, que insista e persista. Com uma pessoa que te espere, e não te apresse. Namore com uma pessoa que te faça perder a noção do tempo, com uma pessoa que te causa arrepios. Namore com alguém que sinta a sua falta. Com uma pessoa que, no silêncio, saiba te escutar.
Namore com uma pessoa que leve café da manhã na cama. Com uma pessoa que prepare surpresas inesperadas. Namore com uma pessoa que te mande várias mensagens durante o dia, e ainda te ligue nos intervalos. Namore com uma pessoa que ao invés de te cobrar, queira ser o seu cúmplice. Namore com uma pessoa que seja companheiro e amigo. Namore com uma pessoa que te preencha com mais certezas do que perguntas. Namore com uma pessoa que transforme sonhos em realidade. Namore com uma pessoa que chegue mais vezes e não suporte despedidas. Namore com uma pessoa que sinta saudade, que faça cafuné. Namore com uma pessoa que não deixe nada para depois, que faça acontecer agora. Namore com uma pessoa que sinta orgulho de você, e que te incentive a ser ainda mais admirável.

Namore com uma pessoa que desapegue do celular quando está com você, que viva no mundo real. Namore com uma pessoa que desperte o seu tesão, e que faça amor ao invés de sexo. Namore com uma pessoa que te inspire, que te faça cantar pelos cantos ou desenhar corações no vidro embaçado.

Namore com uma pessoa que você esteja apaixonado, e que mantenha essa chama sempre acesa. Namore com uma pessoa que você gosta do beijo, do toque e do cheiro. Namore com uma pessoa que te olhe de dentro para fora, e saiba, sem hesitar, que só existe você e ninguém mais. 

Namore com alguém que planeja um casamento, que queira ter filhos e animais de estimação. Namore com alguém que te faça olhar para trás, e esteja disposto a organizar todo o seu quarto bagunçado. Namore com uma pessoa que vai conhecer os seus parentes e se tornar a sua família. Namore com uma pessoa que troque o aluguel por casa própria. Que jogue fora a cama de solteiro e compre um jogo de casal. Namore com alguém que se preocupe e te cuide.
Namore com uma pessoa que você agradeça com olhos lacrimejados, por depois de tantos equívocos, ter colocado sentido na sua busca incessante por um relacionamento ideal. E finalmente, ter feito todos os primeiros pedaços de bolo se tornarem a sua dieta mais saudável: de amor, carinho e respeito, em apenas uma pessoa.
No caso, amor, é você.