Gritomudo

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#gritomudo

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Eu não forço mais as coisas. O que flui, flui. O que termina, termina. E o que tiver que ser, será.

E se não for, tudo bem, porque eu só tenho espaço e energia em minha vida, para pessoas e coisas que me façam feliz.

Temos uma mania feia de querer controlar tudo, na verdade eu diria até que somos audaciosos demais, quando achamos que as coisas vão acontecer quando e da maneira que a gente quiser. Estamos todos em uma jornada, estamos aqui para aprender a viver de verdade.

Não existem fórmulas secretas, ou respostas prontas.

Existe você, sua alma, seu espírito, e uma vida para ser usufruída. O desafio está em como você decide se posicionar diante de tudo o que te acontece durante a jornada.

O que vai te motivar? O dinheiro? O poder? A fama? O sucesso? Quem você vai querer impressionar e por que? A escolha é sua, e totalmente livre. 

É preciso lembrar que para cada escolha, existe uma renúncia, e para cada ação, uma reação.

E por falar em escolhas, saiba que a todo momento decidimos os próximos capítulos de nossa vida, cada rua que viramos, cada ônibus que pegamos, cada pessoa que olhamos nos olhos, nos levarão, a algum lugar. Então cuidado com as suas escolhas.

Aprecie todos os presentes que Deus nos dá, seja grato pela liberdade de poder ser e fazer o que bem quiser, seja livre em sua essência, seja livre para deixar sua alma brilhar, e seu espírito evoluir.

Não se torne prisioneiro do passado. 

O que não foi benção foi lição, e não uma sentença de morte. Errou? Aprenda, não repita e apenas continue. 

Independente de tudo, viva, encontre seu propósito, se apaixone pela simplicidade, se encante com as verdadeiras belezas, e não se engane com as falsas promessas e propagandas enganosas, nem tudo que reluz é ouro. Às vezes toda a beleza e fortuna de um diamante estão bem diante de você, e só é preciso um pouco de esforço e trabalho para lapidá-lo.

Molduras bonitas, não salvam quadros ruins, então olhe com os olhos da alma, e sobre tudo que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem às fontes de vida.

Amores impossíveis

Para amores impossíveis, resta-nos apenas o tempo como aliado. O tempo tudo nos mostra e esclarece. 
Mas, será que os amores são simplesmente impossíveis, ou somos nós que os tornamos impossíveis Ou são impossíveis apenas naquele momento em que acontecem? 

Pode ser que não dependa apenas dos envolvidos, mas também do momento de cada um e do tempo. 

Mas, será que o tempo tem autonomia, age e se manifesta somente quando nos encontramos desatentos ou prontos para viver os tão famosos amores? Será que somos nós ou o tempo que determina a hora exata para a solução dos amores impossíveis? Será que é ele quem nos dita, nos mostra e nos prepara para os momentos das decisões e das soluções de nossos amores?

Na verdade, acho que somos nós que fazemos e decidimos tudo que se refere a nós mesmos. O tempo é apenas um coadjuvante e se alia a nossas vontades e a nossos desejos no instante em que ambos são manifestados. Porque, ao contrário de nós, o tempo é livre, certeiro, indomável, é dono de si mesmo, faz tudo do jeito que quer e determina a hora adequada. E se percebe que não estamos prontos, às vezes, nem faz nem se alia… Simplesmente se vai.





...

Eu sou grata ao Universo e ao Tempo, este extremamente generoso. 

terça-feira, 25 de abril de 2017

Melhor terapia

Conversa estratégica com 'azamiga' e horóscopo de revista eletrônica.

Aos pouquinhos o processo do (longo período!) luto vai terminando.

Beba água. vá em shows, ouça música, dance, exercite os músculos, leia artigos edificantes, produza no seu trabalho, estude, coma bobagens.

As pessoas egoístas são incapazes de amar

É comum termos a ideia arraigada de que as pessoas egoístas são narcisistas. Acreditamos que estas pessoas apenas se preocupam com elas mesmas, que se valorizam e se amam acima de tudo. No entanto, a realidade é bem diferente: as pessoas egoístas não têm apenas dificuldade de amar os outros, mas também de amar a si mesmas.

Entendemos que uma pessoa egoísta é aquela que só se interessa por si mesma. Ela carece de respeito e de interesse pelas necessidades dos outros, se relaciona com as pessoas principalmente por sua utilidade e pelos benefícios que podem extrair delas.

Estabelecem, portanto, relacionamentos instrumentais para cobrir as suas necessidades, sem considerar a vertente emocional das pessoas. Isto pode acontecer, por sua vez, pelo temor de se envolver demais nos relacionamentos e sair machucado. Assim, na verdade, o estão fazendo é fugir do amor.

A pessoa egoísta não obtém satisfação em dar; a sua preocupação está basicamente no que vai receber em troca. Pode dar a impressão de que toda esta energia que foca em si mesma é decorrente do amor próprio que sente. Contudo, todas essas atitudes implicam uma grande incapacidade de amar a si mesmo.


As pessoas egoístas não possuem amor próprio

É comum que as pessoas confundam amor próprio com o fato de ser egoísta. A pessoa que ama a si mesma está longe de parecer uma pessoa egoísta, já que existem diferenças notórias que denotam uma preocupação real tanto consigo mesmo quanto com as pessoas que a rodeiam.


Quando mergulhamos no próprio conhecimento de nós mesmos, iniciamos, por sua vez, uma melhor compreensão dos outros. O autoconhecimento é a única forma de ser consciente das nossas próprias limitações, da falta de autoaceitação e de todos os medos subjacentes ao próprio comportamento.


Amar-se para poder amar

É fundamental amar primeiro a si mesmo para então poder amar os outros. Este fato é primordial e está muito longe do que é o egoísmo. Atender e ouvir as nossas próprias necessidades, dando-lhes o valor que merecem, supõe um respeito consigo mesmo, imprescindível para aprender a se amar.

Considerar as próprias emoções, expressando-as e aceitando-as, nos transforma em pessoas mais autênticas com facilidade para nos relacionarmos a partir da intimidade e da confiança, e não através do medo de ser ferido, que só termina em relacionamentos superficiais, onde vamos agregando camadas que nos impedem de ver a nossa própria capacidade de amar.


Enganamos a nós mesmos achando que amamos

Do mesmo jeito que a pessoa que é egoísta é incapaz de amar, isso acontece também com a pessoa que tem uma grande preocupação com os outros, e se dedica completamente a aqueles que a rodeiam, desconectando-se de si mesma. Desta forma, acha que sente tanto amor que é capaz de renunciar às suas necessidades.

Este exemplo é fácil de enxergar nas mães superprotetoras e nas pessoas que se esquecem de si mesmas para prestar atenção aos outros, e estar à sua disposição para quando precisarem. São pessoas que se derramam nas necessidades alheias como se fossem as suas próprias.

Esta forma de amar pode ser confundida com pessoas muito boas, que estão dispostas a se entregarem desinteressadamente, e amam ao próximo inclusive mais do que a si mesmas. Esta conclusão é igualmente enganosa à de que o egoísta ama muito a si mesmo. Ambas as formas de amar são um autoengano no qual se manifesta uma compensação exagerada pela sua incapacidade de amar.

Como podemos comprovar nos exemplos das pessoas egoístas e nas pessoas que não se preocupam consigo mesmas, estas são duas formas nas quais não existe o amor por si mesmo, portanto, não pode existir o amor pelas outras pessoas.


domingo, 23 de abril de 2017

Nada nos faz envelhecer com mais rapidez do que pensar incessantemente que já somos velhos.

Reinterpretar algum dos elementos que ocupam nosso dia a dia pode trazer muitas coisas se mudarmos o ponto de vista.

Muitas vezes o crescimento não está tão longe quanto pensamos. De fato, simplesmente mudando a perspectiva sob a qual olhamos muitos dos elementos que ocupam nossa vida diária – relacionamentos, condutas, objetos, etc. – podemos fazer grandes descobertas.

Uma infinidade de capacidades e habilidades podem ser potencializadas se mudarmos a abordagem. 

Por trás de cada atividade existem qualidades ocultas que podemos obter de cada momento. 

Disciplina: a outra cara da moeda. A precisão e os tempos são elementos importantes para muitas tarefas, de forma que para que o resultado seja bom, ambos os elementos precisam estar controlados. Aprender a medir e trabalhar com instruções e passos organizados é uma disciplina que dará uma “boa base” para a nossa criatividade.

Paciência: neste caso, existem duas vias. A de ter paciência consigo mesmo e a de ter paciência com a própria disciplina. 

Memória, planejamento, tolerância à frustração... Estar focado em alguma coisa que nos prenda, que faz com que não pensemos em mais nada. Encontrar uma atividade com a qual podemos mudar o ritmo é fundamental para o nosso bem-estar.

Olhe ao redor, procure, pare, reinvente, erre, aprenda e desligue.

Fazia ANOS que eu nao ia ao teatro...

...pra ver PECA, MESMO!!!

Fui assistir Visitando o Sr. Green, com Sergio Mamberti e Ricardo Gelli. Teatrão, mesmo, mas do bom! Viajei pra ver o espetáculo e valeu super a pena. O dia, que prometia tempestade, ate colaborou? em Santos fez tarde e noite chuvosas, mas quente.

Despertou-me o desejo de voltar ao palco, desejando algo leve.

Sobre as 9 VERDADES E UMA MENTIRA:

Eu queria fazer o Jogo das 9 verdades e 1 mentira, mas minhas verdades já estão com o prazo de validade vencido.

PRECISO DE VERDADES NOVÍSSIMAS!
Bora, viver!!!

...


Ainda sobre as 9 VERDADES E UMA MENTIRA:

Tem quem viveu/vive intensamente, quem teve/tem uma vidinha morna e tem, tb, QUEM FANTASIOU LITROS... mas me deu ideias incríveis!

Criando coragem!!!
A pior de todas as punições que cometi contra mim: cancelei meu cartão de crédito da (indecisa!) Cetelem/Submarino. 
= um dia a menos de Rock in Rio. Em princípio, não vou ver Chic!

Sem mais.

...

E a Nubenk esta pensando se me encaminha ou não um convite...

FRASE DA SEMANA

"- Minha mãe falou que é pra vc tomar no c*."

Se fosse mentira seria, neste caso, a menor das 'fantasias infantis'.
Sem mais.


"E ele nem é tudo isso que vc pensa!"

Dia destes recebi uns prints de uma amiga, que rendeu conversa longa. 

O contexto me parecia uma disputa de duas por um. Uma já está com esse um há tempos e a outra voltou com o marido, teve filhos e blá-blá-blá. Essa outra, pelo que entendi, criou um fake com o obj de colocar o um em tentação. Mas, a uma descobriu, investigou e chegou na outra.

A coleguinha do print sabe um tanto da história que vivi com este um. Ou será que ela pensou que EU PODERIA SER A OUTRA??? Oh! Hahahahahahaha... 
Não! Não tenho esse tempo e nem a mente mirabolante. O máximo que já fiz (por três vezes, com pessoas diferentes, a mando da intuição) foi ler conversas virtuais e descobrir com quem verdadeiramente eu estava envolvida. 
Ufa! Sou grata até hj por ter seguido minha intuição. Teria entrado em três frias, com consequências sérias.

Voltando à vaca fria, num primeiro momento senti-me reconhecida pela uma, quando li a frase título deste post. O fato de ele não ser 'tudo aquilo que vc pensa', porém (ah, porém!) e posar de viril, de machão, foi o que me fez terminar com a história.

Dp senti-me indignada, com vergonha alheia, até. Me dá a impressão de que a 'pêssoua' está 'cuspindo no prato que comeu' (interpretem como queiram). 
Deselegante e desamoroso.



Viva, apresar de tudo!

"Encontrar e deixar o amor de sua vida não tem que ser a tragédia de sua vida. Deixá-lo pode ser a sua maior bênção. Afinal, algumas pessoas nunca chegam a encontrá-lo."

Há alguns anos, eu fiz uma viagem que já estava marcada desde bem antes de conhecer meu namorado da época. Quando chegou o momento, eu fiquei 'meio assim' de ir, mas de forma alguma pensei em desistir (e nem em convidá-lo!).
Era uma viagem de garotas e duas meninas estavam na mesmíssima situação que eu. Uma delas, a mais interessada da viagem namorava já havia muito tempo, mas, não estava feliz e as outras continuei sem conhecê-las, embora dividíssemos o mesmo quarto.

Eu já havia estado naquele local bem de passagem por duas noite, se não me engano, com outro namorado ainda (sim, namoradeira!). Cidade de praia, divisa do Espirito Santo com Bahia, num julho. Sol e calor no local, festival de forró.

Nem sou, assim, tão fã do do ritmo, mas aproveitei todos os ensejos para ir atrás do sol. Deste sim, sou fã!

Enfim, a história é assim:

O dia todo pra lá e pra cá, cidade lotada, mas minúscula, meio que todo mundo já conhecia, ao menos de vista, todo mundo e tinha um moço que vendia as bijoux que ele mesmo fazia. Quando nós passávamos ele falava algo, tipo elogio, mas um dia ele falou especificamente de mim. Adorei! Achei o máximo não passar desapercebida, não ser só mais uma, e respondi algo gentil, não lembro exatamente o que.
A partir daí tornou-se habitual passarmos e um brincar com o outro< mas sempre de longe: ele trabalhando e eu passando. Vários dias depois nos encontramos na padaria, num fim de tarde. E foi como se estivéssemos nos vendo pela primeira vez. Num outro contexto parecíamos outros um para o outro. Nos olhamos por alguns segundos, ambos muito sem graça. Nos outros dias o cumprimento ficou mais grave, menos festivo, como se o laço houvesse se estreitado. Um dia parei para ver o trabalho dele, comprei um bracelete e dei-me por satisfeita. Fim do romance.


Outra história:

Uma das garotas engatou num romance lindo, tipo namoro sério. Como, por todas as noites, ele havia ficado só com ela, o garoto disse pra garota que, era o último dia da viagem, queria curtir com os amigos. A garota ficou mal de dar dó!
Não adiantou dizer-lhe que ela devia, sim, era ser grata por ter vivido um romance incrível, de princesa, num lugar paradisíaco, viagem dos sonhos. Anos depois eles até se encontraram, mas segundo ela foi péssimo.

E quanto ao bracelete, até usei-o algumas vezes e guardei-o comigo, com muito carinho e gratidão. Recentemente, foi de mimo junto com uma das roupas que vendi, nos 'desapegos da cigana'. E a pessoa que recebeu estava, mesmo, em vias de começar uma história de amor.

Tem amores que acontecem para durar apenas umas horas e isso é verdade.





sábado, 22 de abril de 2017

Uma carta de Pablo Neruda a quem nos pode esquecer

Se me esqueceres

Quero que saibas 
uma coisa. 

Sabes como é: 
se olho 
a lua de cristal, o ramo vermelho 
do lento outono à minha janela, 
se toco 
junto do lume 
a impalpável cinza 
ou o enrugado corpo da lenha, 
tudo me leva para ti, 
como se tudo o que existe, 
aromas, luz, metais, 
fosse pequenos barcos que navegam 
até às tuas ilhas que me esperam. 

Mas agora, 
se pouco a pouco me deixas de amar 
deixarei de te amar pouco a pouco. 

Se de súbito 
me esqueceres 
não me procures, 
porque já te terei esquecido. 

Se julgas que é vasto e louco 
o vento de bandeiras 
que passa pela minha vida 
e te resolves 
a deixar-me na margem 
do coração em que tenho raízes, 
pensa 
que nesse dia, 
a essa hora 
levantarei os braços 
e as minhas raízes sairão 
em busca de outra terra. 

Porém 
se todos os dias, 
a toda a hora, 
te sentes destinada a mim 
com doçura implacável, 
se todos os dias uma flor 
uma flor te sobe aos lábios à minha procura, 
ai meu amor, ai minha amada, 
em mim todo esse fogo se repete, 
em mim nada se apaga nem se esquece, 
o meu amor alimenta-se do teu amor, 
e enquanto viveres estará nos teus braços 
sem sair dos meus. 


Pablo Neruda, in "Poemas de Amor de Pablo Neruda" 




terça-feira, 18 de abril de 2017

Brega in Concert


O amor segundo o seu tipo de personalidade

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4 Tipos de personalidade

Precisamos admitir que muitas vezes nos apaixonados por pessoas de quem jamais esperaríamos gostar, aquelas que acreditamos que menos se encaixam com a nossa personalidade, mas mesmo assim, de alguma forma, nos complementam.

Em outras ocasiões nos mantemos em relações que só nos trazem tristeza e nervosismo. Por que nos prendemos a pessoas com personalidades que nos fazem tanto mal?

Um dos livros publicados a respeito do tema de porque escolhemos algumas pessoas e não outras é o “Why him? Why her?” (Por que ele? Por que ela?), da antropóloga Helen Fisher. Neste livro, ela define 4 tipos de personalidades sobre as quais se estabelecem os relacionamentos.

1. Personalidade exploradora

Estas pessoas tratam o amor como uma aventura. São impulsivas e autônomas, muito curiosas e estão sempre focadas em aproveitar o momento, mantendo uma atitude no estilo “deixa a vida me levar”.

Buscam sempre coisas e experiências novas.

Estão dispostas a correr riscos sem se importar com as consequências.

São pessoas muito espontâneas.

Tem muita energia.

São curiosas, criativas e otimistas.

Possuem muita flexibilidade mental.




A única pessoa que pode destruir você é você mesmo – Padre Fábio de Melo

Um dia eu precisei amar minha dor. Era o único jeito que tinha de continuar vivendo. Ou aprendia, ou morreria com ela. Resolvi aprender. Desde então, minha dor é minha companheira, minha mestra, minha parceira. Deixou de ser minha inimiga no momento em que eu a olhei nos olhos e aceitei conhecê-la com mais propriedade.

Quis entrar nos mistérios de seus mecanismos com o intuito de poder administrar melhor as suas consequências.
Eu não a busco, mas, quando chega, abro as portas para que não force as janelas. Deixo que entre, ofereço-lhe um café, olho nos seus olhos para que cesse o medo e depois me empenho em deixar que fique o tempo necessário, até que se dissolva por si só, pela força do tempo.

Você tem um único inimigo que tem o poder de destruir você, um único e que mora aí dentro. A única pessoa que pode destruir você é você mesmo. Quando você escolhe a pior parte da vida, quando você escolhe o elemento mais mesquinho que você conseguiu produzir, para ser ele o mestre do seu coração, do seu pensamento.

Conversão é isso minha gente, é você lutar a favor de você mesmo, é você identificar que Deus coloca uma força em você capaz de lhe fazer vencer tudo aquilo que lhe destrói.


Num daqueles momentos de recaída... "E aí, qual é a próxima?"


Dia destes me peguei pensando nele, sentindo saudade, sentindo falta, pensando no que poderia ter sido depois da paixão. Ainda é uma uma luta diária me desligar de tudo que lembra a gente juntos.

Eis que uma mensagem no Whatsapp muda tudo. Diante daquela conversa, entendi que essa minha paixão, já toda retalhada, ainda me era um fio de esperança que PRECISAVA ser rompido. 
Foi 'vendo' a vida dele se refazer que notei que, apesar de #partiu sofrer no Rio, em Curitiba, nos shows, dançando na academia, por aí, eu estava deixando a minha para trás. 
Acordei de tudo, tomei uma boa dose de vergonha na cara e uma overdose de amor próprio, juntei todos os cacos e me recompus. 

Sem mais.


Da paixão e do amor


"A paixão cria dependência e o amor, reciprocidade. (...) A paixão é suspensão temporária do juízo. (...) Sem a paixão a vida não acontece."



Grata!


domingo, 16 de abril de 2017

Luto/renascimento

Hj é o dia da Páscoa em boa parte do mundo.
Alívio mundano, agradeci pelo feriado de sexta: TV, cobertor, cama e muitos, muitos, variados tipos pães... O mínimo que eu pude fazer por mim!

O processo do luto exige muito do corpo e da alma. Território já conhecido, faço o esforço de passar por ele da melhor forma. Altos e baixos constantes, administrando o dia a dia: trabalhos, estudos, relacionamentos. Há dias que o melhor momento é o de enfiar-me debaixo do cobertor e ver TODOS os realitys de comida e de casamento. 

Já sinto o chamado da vida real. Ainda bem mais uma semana curta! Me anima saber que tem, ainda, mais um show, o terceiro deste mês, acho. 

E 'segue o baile' no desejo do tb conhecido dia em que, de repente, irei acordar leve e olhar para trás como se tudo fizesse parte de um passado muito distante. Aí, sim, de verdade, poderei ser grata por ter vivido.

E que venha esse tão esperado renascer!

terça-feira, 11 de abril de 2017

A bondade, se não for acompanhada de uma ação, não serve de nada

(...) são muitos os que praticam um tipo de imobilidade onde basta para eles pensarem ser “boas pessoas” para satisfazer, assim, sua própria e contraditória satisfação. No entanto, são incapazes de ver necessidades próximas, fatos concretos que demandam da pessoa uma empatia elementar que não vemos tanto quanto gostaríamos.

A bondade é, antes de tudo, ausência de egocentrismo. Se isolarmos esta variável em nossa educação, teremos um perfil comportamental onde habitam dimensões como a empatia, a compaixão e o altruísmo. Entretanto, um traço excepcional deste tipo de personalidade é que elas são feitas de um material que ninguém vê. Basta se aprofundar na primeira camada de sua pele para descobrir que, sob ela, reluzem: são pessoas que antepõem as necessidades alheias às próprias.




Não aceite um amor de migalhas

Uma coisa muito importante sobre amores: eles precisam ser inteiros. Não dá pra ser meio namorada, meio esposa, meio mulher. Não existe amar só um pouquinho e gostar só quando convém. Nada de metades. Nada de amores meia-boca.

Na verdade, “amores” que não são amores e nunca serão. É como querer muito um belo sorvete de chocolate, fazer de tudo pra isso e, no final, se contentar com um picolé de uva simplesmente porque não existe mais opção naquela sorveteria, entende? É muito querer para muita covardia.

O amor gosta de gente que se ama, que sabe apreciar uma boa taça de vinho em um sábado à noite e reconhece o valor de um “eu te amo” que vem do fundo da alma. Porque o amor, minha amiga, ele gosta de encontrar outros amores.