Gritomudo

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sexta-feira, 24 de março de 2017

Aprenda a dizer adeus ao que foi importante, mas não cabe mais.

Ju Farias • 18 de março de 2017


Sobre as chegadas (e despedidas) – Aprenda a dizer adeus ao que foi importante… Aceite quando for a hora de deixar para lá e receba com esperança os tijolos novos para a sua construção.

Despedidas são sempre dolorosas, ainda que necessárias para o seguimento da vida. Alguns ciclos nascem e terminam para que possamos começar tudo outra vez. Não é que não machuque, pois todo fim é doído, incerto, afiado, mas também é transformador.

O segredo não é carregar a cruz da saudade do que já foi como uma punição do universo, mas não levar nas costas mais do que o peso da cruz. Ainda que pareça caro demais, pagar o preço da metamorfose é sempre a melhor decisão.

Não há como viver a metamorfose se não abrirmos mão das nossas fases de lagartas, já escrevi sobre isso. A despedida do que já cumpriu seu papel faz parte da transformação essencial nas nossas vidas. É assim que seremos melhores do que fomos ontem.

Quando nos despedimos de alguns amores até parece que vamos morrer aos poucos. O coração fica pequenino, apertado, angustiado. É ou não é? Mas, e acontece sempre assim, em algum tempo não previsto, em um amanhecer qualquer de domingo, nos apaixonamos de novo.

E a vida ganhar cor, nós ficamos mais bonitos, o céu fica mais azul e a vida toda parece que só fizemos esperar por essa pessoa. E quando o ciclo fecha, se for necessário que aconteça, lá vamos nós começar tudo outra vez.

É assim também quando os amigos tomam outro caminho, navegando por mares que não conheciam, morando em países que nunca imaginaram, casando, sonhando, partindo. Parece que nunca mais conseguiremos sorrir, nos divertir ou chorar em outro ombro.

Mas aí, quando a gente menos espera, a saudade vira uma linda recordação do que se viveu. Nosso coração se abre para novos horizontes, novas conversas, novos abraços. É que as coisas se ajeitam sempre e para tudo há uma razão nesse mundo.

Chegadas e partidas nos fazem mais fortes quando assumimos nossa responsabilidade pelo caminho que traçamos. A vida é doce, ainda que pareça amarga vez ou outra. Quando aproveitamos a doçura do destino para lambuzar tudo sem medo de sujar a roupa, aprendemos que no momento presente é onde tudo acontece.

Se o momento é onde tudo acontece, o que resta para todos nós? Apenas duas coisas. Primeira coisa: aceitar que as despedidas acontecem para que possamos receber outras chegadas.

Segunda coisa: ser feliz no ciclo que acontece nesse minuto sem pensar no que foi embora e sem querer adivinhar se haverá um novo fim. Do amanhã? Só sabemos o nome do dia. Do ontem? Seremos sábios quando o usarmos com alegria.
Aprenda a dizer adeus ao que foi importante, mas não cabe mais. Não se diminua para que as coisas continuem se encaixando.

Aceite quando for a hora de deixar para lá e receba com esperança os tijolos novos para a sua construção.

Nada é para sempre, exceto o aprendizado que temos aqui e que levaremos para outras dimensões. Bom, nem sei se você acredita nisso, também não é o mais importante. Quero apenas desejar boa sorte nessa caminhada, resiliência nas partidas e muita, mas muita gratidão pelas suas chegadas.




Para que serve uma relação…?

Definição mais simples e exata sobre o sentido de mantermos uma relação?
“Uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil”.
Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom, e merece ser desenvolvido.

Algumas pessoas mantém relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração.Uma armadilha.

Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo, enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio, sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada uma pessoa bonita a seu modo.

Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro, quando o cobertor cair.

Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.


Dr. Drauzio Varela

A nova química do amor que fica - O amor líquido está com os dias contados, o amor quixotesco está de volta e se solidifica, meu velho Bauman


Pode ser apenas impressão deste escorregadio cronista de costumes, caríssimo amigo polaco Zygmunt Bauman, mas, cá entre nós, a goteira do amor pinga em ritmo mui vagaroso, começa a perder a força, pelo menos aqui no meu telhado e nas casas das redondezas — o mundo é uma vila Tolstoi, por suposto. Tudo que foi líquido, repares, parece que se solidifica. Será uma virada, um novo ciclo na roda da história? Muito cedo para avaliar, meu prezado, embora na vitrola João Gilberto retome o seu “hô - ba - lá – lá, hô - ba - lá – lá, uma canção...”

Pelo menos aqui na área, “hô - ba - lá – lá, hô - ba - lá – lá”, pelo menos no parque da Tupi, no Sumaré, SP, um casal de meninas se beijava no coreto ontem à tarde e fazia da chuva uma sólida tempestade de granizo, pelo menos é o que tenho observado, mr. Zyg, e olhe que nem citei ainda as malditas estatísticas. Sabias que voltou a crescer o número de casamentos nos trópicos? É o que dizem os anuários desde 2014.

Carajo, grande Zyg, que a terra lhe seja leve, sentiremos muito tua falta, sem palavras...

Este país é tão contraditório, meu velho, que até os encontros do Tinder — e outros correlatos aplicativos da sacanagem moderna e líquida — podem levar ao matrimônio. Maria, minha amiga gaúcha lá em Brasília, que o diga. Casadíssima, depois de um chamego tindernético na cidade do Rio de Janeiro. “Hô - ba - lá – lá, hô - ba - lá – lá, esta canção...”

Amor, com ou sem pica, amor picaresco, amor quixotesco que solidifica. Óbvio, mr. Zyg, que a putaria rola solta neste verão pecaminoso, nada mais natural — nada mais líquido e certo também do que o mantra do “lavou está novo”. A busca por nós mais firmes, porém, voltou com o visgo dos casais de outrora. Uma busca romântica, não obrigatoriamente careta. Um desejo. Sacanagem avulsa é bom, todavia cansa, assim funciona o movimento sexy e antropológico da vida, não achas?

Não testemunhava nada igual, polaco pai d'égua, desde priscas eras. Depois do lançamento do teu livro Amor Líquido – sobre a fragilidade dos laços humanos (ed. Zahar, 2003), a bíblia que captou a fuleiragem amorosa, somente agorinha, na virada para 2017, comecei a entender que o amorzinho gostoso e demorado está de volta. É tendência. Mesmo antes do Carnaval. Apostem. Brincar junto nos blocos será a nova onda?

Tempo ao tempo, só a areia da ampulheta sabe a resposta e a guarda em silêncio. Até lá, paciência, que se mantenha o processo de solidificação do que parecia apenas gotejante. Mesmo que em alguns casos a inocente água inodora e incolor seja capaz de gerar um coração de gelo. Rio o riso possível, talvez com o filtro degradê do cinismo. Já é um avanço, hoje me encontro mais otimista do que um filme do Frank Capra. Muito prazer, Pollyana, moça.

Carajo, grande Zyg, que a terra lhe seja leve, sentiremos muito tua falta - sem palavras. Embora o amor estrebuche sinais de vitalidade, viejo polaco, no restante tudo segue na mesma lengalenga social clube.

A modernidade do atraso neoliberal liquida sem dó nos Tristes Trópicos. Vi um filme esta semana no cinema da rua Augusta, rapaz, que nem te conto. Título: Eu, Daniel Blake. Direção do teu amigo Ken Loach, aquele Corisco que não se entrega, que resistência, hombre.

A busca por nós mais firmes, porém, voltou com o visgo dos casais de outrora.

Pobre Daniel. Cagado e cuspido um personagem do teu livro Vidas Desperdiçadas. Daquelas figuras que deram até a última gota de sangue ao país e agora não contam com nenhuma segurança social por parte do Estado liquidado. Só pega a senha da decepção histórica na fila dos desvalidos. E olhe que o tiozinho mora em Newcastle, Inglaterra. Imagina no Brasil, Zyg, que adota aquele receituário capaz de tragédias gregas.

Guardes, porém, a reviravolta no amor como boa nova, te dou em breve notícias do nascimento de Irene, uma filha da imaginária Cratóvia, mistura do meu Crato com a Varsóvia materna. O sangue cosmopolita ainda bombeia os encontros amorosos de São Paulo.

* Xico Sá, escritor e jornalista, é autor de Se um cão vadio aos pés de uma mulher-abismo (editora Fina Flor), entre outros livros. Comentarista de televisão nos programas Papo de Segunda (GNT) e Redação Sportv.

"Caso do acaso bem marcado...

...em cartas de tarô."

"Contra os fatos não há argumentos", mas e quanto ao que não é fato? 
Nessas horas pede - se aos Céus para que nossas vontades coincidam. Torce - se por milagres, sem tanto fazer por merecer, talvez. 
Apelo para as músicas como se fossem oráculos, aumento o tempo do banho, acendo incensos cheirosos, pulo com Teodora no colo, bebo mais água do que o normal e me permito alguns mimos (meus mimos, no momento, são os shows).

Me estendo em alguns tempos e espaços, sou danada a ser otimista e ter esperança onde, muitos já teriam há muito desistido. 
Há o tempo de plantar, plantei. Há o tempo de colher, colhi. Agora, se aproxima a hora de limpar e arar novamente o campo, terra fértil para as novas sementes.





Dos resultado

O resultado de um exame pode ser um impulso para mudar de vida. 
Pensei em outros tipos de roupas, outro corte de cabelo, assumir os óculos, em pintar as unhas toda semana, em acordar cedo para aproveitar melhor os dias, cuidar mais da casa, levar à sério os treinos na academia, ter uma postura mais séria na universidade, enfim...

🎼 "Ele se julgava o demolidor..."

Aquelas coisas que vc, infalível, acha que "comigo, jamais". Peito de aço! 

Eu já havia vasculhado a interneta para decifrar aquelas porcentagens. Foi trabalhoso, mas eu já tinha o diagnóstico, antes mesmo do retorno à médica.

Procedimentos, conselhos... "- Na verdade, eu não gosto deste laboratório. Vamos repetir o exame, daqui 3 meses?" 
Quase 6 meses, tentando incorporar um certo pronome de tratamento que expressa uma gentileza forçada, achei um tanto difícil resistir às saias curtíssimas e rodadas, adotei o salto alto e brincos 'pra dar um ar de', joguei a voz para a 'máscara', pesquisei outras formas de sentar... ATÉ QUE O RESULTADO DO NOVO EXAME FICASSE PRONTO!

Olhei - me no espelho com a clareza de quem ganha uma segunda chance, com a possibilidade de repensar as escolhas. Grata ao Universo e ao Tempo, por ser sempre tão generoso comigo, sempre me deixando ficar/ser/estar um pouco mais.


domingo, 19 de março de 2017

Dia a dia dos signos por Andréa Paula

Aquário: acordou em 2017, mas a cabeça está em 2021. É o artista, cantor, fotógrafo, publicitário... faz qualquer coisa bem e sempre com os olhos no futuro da humanidade. Idealista. Seu dia a dia nunca é igual.

Missão do signo de aquário: traçar novos horizontes artísticos, empreendedores ou educacionais. Lutar pela humanidade, quebrar velhos dogmas e tabus, transcender. Aquarianos estão um passo a frente de nós, simples mortais. Aquarianos representam o despertar para uma nova era de mais justiça, amor e paz.

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Existe um juiz chamado tempo que coloca cada coisa em seu lugar

Todos nós somos livres quanto a nossas atitudes, mas não estamos livres das consequências. Um gesto, uma palavra ou uma atitude ruim causam sempre um impacto mais ou menos perceptível, e acredite se quiser, o tempo é um juiz muito sábio. Apesar de não emitir sentença imediatamente, sempre costuma dar a razão para quem realmente a tem.

O célebre psicólogo e pesquisador Howard Gardner, por exemplo, nos surpreendeu recentemente com um dos seus raciocínios. “Uma pessoa ruim nunca chegará a ser um bom profissional”. Para o “pai das inteligências múltiplas” alguém unicamente guiado pelo interesse próprio nunca alcança a excelência, e esta é uma realidade que também costuma se revelar no espelho do tempo.

Cada um colhe o que planta, e mesmo que muitos sejam livres quanto às suas atitudes, não são livres das suas consequências, porque cedo ou tarde este juiz chamado tempo dará a razão para aquele que a tem.

É importante considerar que aspectos tão comuns quanto um tom de voz depreciativo ou o uso excessivo de zombarias e ironias na linguagem costumam trazer sérias consequências para o mundo afetivo e pessoal das vítimas que as recebem. Não ser capaz de assumir a responsabilidade de tais atitudes corresponde à falta de maturidade que, cedo ou tarde, trará consequências.

O tempo, esse juiz tão sábio

Vejamos um exemplo: imaginemos um pai educando seus filhos com severidade e falta de afeto. Sabemos que esse estilo de criação e educação trará consequências, contudo, o pior é que o pai com essas atitudes procura oferecer pessoas fortes e com um certo estilo de conduta para o mundo. No entanto, o que provavelmente conseguirá é uma coisa muito diferente do que pretendia: infelicidade, medo e baixa autoestima.

Com o tempo, essas crianças transformadas em adultos darão a sua sentença: se afastarão ou evitarão esse pai, o que talvez essa pessoa não consiga entender. O motivo disso é que muitas vezes quem machuca “não se sente responsável pelas suas atitudes”, carece de uma boa intimidade emocional e prefere usar a culpa (meus filhos são mal-agradecidos, meus filhos não gostam de mim).

Um jeito básico e fundamental de pensar é que todo gesto, por menor que seja, tem consequências. É fazer uso do que se conhece como “responsabilidade plena”. Ser responsável não significa apenas assumir a culpa das nossas ações, é entender que temos uma capacidade de resposta obrigatória para com os outros, que a maturidade humana começa nos tornando responsáveis por cada uma das palavras, gestos ou pensamentos que geramos para propiciar nosso próprio bem-estar e o dos outros.

A responsabilidade, um gesto de coragem

Entender que a solidão de agora é consequência de uma má atitude no passado é, sem dúvida, um bom passo para descobrir que todos estamos unidos por um fio muito fino onde um movimento negativo ou irruptivo traz como consequência um nó ou a ruptura desse fio. 
Procure que os seus gestos falem mais que as suas palavras, que a sua responsabilidade seja o reflexo da sua alma; para isso, procure sempre ter bons pensamentos. Então, certamente o tempo o tratará como merece.

É preciso considerar que somos “proprietários” de boa parte das nossas circunstâncias de vida, e que um jeito de propiciar nosso próprio bem-estar e o daqueles que nos rodeiam é por meio da responsabilidade pessoal: um grande gesto de coragem que convidamos você a colocar em prática através destes princípios simples.

Dicas para ganhar consciência da própria responsabilidade

O primeiro passo para ganhar consciência da “responsabilidade plena” é abandonar nossas próprias ilhas de reconhecimento nas quais focamos grande parte do que acontece no exterior com base em nossas próprias necessidades. Por isso, esta série de princípios também são indicados para as crianças. Usando-os poderemos ensiná-las que suas atitudes tem consequências.
O que você pensa, o que você expressa, o que você faz, o que você cala. Todo o nosso ser gera um tipo de linguagem e um impacto nos outros, a ponto de criar uma emoção positiva ou negativa. É preciso ser capaz de intuir e, principalmente, de empatizar com quem está à nossa volta.
Antecipe as consequências das suas atitudes: seja seu próprio juiz. Com esta dica não estamos nos referindo a cair em um “autocontrole” que nos leve a ser nossos próprios carrascos antes de termos dito ou feito qualquer coisa. Trata-se apenas de tentar antecipar que impacto pode ter uma determinada atitude sobre os outros e, consequentemente, também sobre nós mesmos.
Ser responsável implica compreender que não somos totalmente “livres”. A pessoa que não vê limite algum nas suas atitudes, nos seus desejos e nas suas necessidades pratica essa libertinagem que, cedo ou tarde, também trará consequências. A frase tão conhecida “a minha liberdade termina onde a sua começa” adquire aqui todo o sentido. Contudo, também é interessante procurar propiciar a liberdade, o crescimento alheio, para assim alimentar um círculo de enriquecimento mútuo.

Vale a pena colocar isto em prática.

“Pegue seu coração partido e transforme-o em arte”.

Esta foi a frase com a qual Meryl Streep finalizou seu maravilhoso e incrível discurso quando recebeu, este ano, seu merecido Globo de Ouro. 
Essa frase, na realidade, foi um conselho que Carrie Fisher deu a Meryl Streep há muito tempo.

A arte, seja qual for sua forma e seu canal de expressão, é uma forma maravilhosa de libertar as emoções e de curar corações partidos. E não apenas isso. A arte, além disso, nos dá dignidade como pessoas, ao permitir que demos o melhor de nós mesmos para compartilhar com os outros.

A arte como catarse, a arte como expressão e beleza

A arte não é só entretenimento. A arte é cultura, é a magia da diversidade, da liberdade e é um meio onde se forma um legado de inspiração e aprendizagem comum.

A arte, além disso, é terapia. Todos nós temos em mente mais de um filme e um livro que chegou até nós no momento preciso, no instante no qual mais precisávamos. No entanto, muitos de nós não somos unicamente receptores passivos do mundo da arte, alguns de nós também fazem uso dela como meio de expressão, como catarse e como um instrumento magnífico para dar voz as nossas emoções, para expandir nossa liberdade e, por sua vez, chegar até outros.

A arte ativa é um exercício artístico praticado com as mãos ou o corpo e tem o poder de curar. Um exemplo, ao mesmo tempo ilustrativo e cativante, pode ser visto no filme “Colcha de Retalhos”, de 1995. Neste filme musical são expostas as vidas de várias mulheres, e uma delas tem um costume muito concreto. Cada vez que ela tinha uma decepção, que era traída por alguém ou quando a tristeza abraçava seu coração, ele quebrava um vaso, um copo ou um prato.

Mais tarde, recolhia com todo o cuidado cada pedacinho quebrado das peças e as grudava na parede. Ao longo dos anos, ela percebeu que criou uma obra digna de admiração. Naquela parede multicolorida, caótica e diversa, se escondiam, na realidade, os pedaços quebrados de seu coração transformados em arte.

Voltemos ao discurso de Meryl Streep. Com suas palavras, ela nos fez lembrar novamente de como o mundo da arte e a empatia se relacionam de um modo maravilhoso. De fato, se há uma dimensão que bombeia com força o coração de toda pessoa vinculada ao mundo artístico, seja a interpretação, a música, a poesia, a pintura ou a escrita, sem dúvidas é a empatia.

“A arte é a expressão da alma que deseja ser escutada.”

A arte nos torna humanos e, por sua vez, cria pessoas extraordinárias. Como a própria Meryl Streep.

O Príncipe e a Andorinha


O príncipe passava os dias olhando pela janela esperando que algo novo acontecesse. Tinha somente um servo que se encarregava de fazer as compras e manter o castelo limpo. “Que vida aborrecida”, ele suspirava.

Em uma manhã de abril, uma andorinha pousou na sua janela. “Oh, que criatura pequena e delicada”, disse o príncipe. A andorinha o presenteou com uma curta melodia e se foi. Ele ficou maravilhado: o seu canto parecia ser o mais lindo do mundo e a sua plumagem a mais original. Um ser único!
A andorinha retornou

O príncipe aguardava ansiosamente o seu regresso. O dia tão esperado chegou e a andorinha voltou para cantar outra canção. Ele ficou muito feliz e pouco antes da andorinha voar novamente se perguntou: “Será que ela está com frio?

Na terceira vez que o pássaro voltou, o príncipe se preocupou se ela estava com fome. Nos dias seguintes, ele se dedicou a construir uma casa para a andorinha. Ele mandou o seu servo comprar madeiras, pregos e caçar insetos. Finalmente, depois de várias tentativas desajeitadas, exigiu que o servo construísse a casa. “Pássaro maldito”, murmurava o servo.

Colocou dentro da casa os insetos, a água e tecidos de seda para fazer uma cama. Quando a viu pousada no parapeito da janela, aproximou a casa e ficou observando como ela bebia a água e aproveitava a comida que ele havia preparado. “Você gosta destes insetos, minha doce andorinha? Eu os cacei para você”. Com um breve trinado a andorinha pareceu concordar e retomou o seu voo.

A andorinha não voltou e o príncipe foi invadido pela ansiedade. E se ela nunca mais voltar? E se encontrar uma casa melhor? Talvez outros príncipes tenham construído casas melhores e caçado os insetos. Não podia permitir. Não existia uma andorinha igual a essa no mundo!

O príncipe passou dois dias sem dormir e sem pensar em outra coisa, até que decidiu fabricar uma porta com cadeado para a pequena casa. Quando a andorinha voltou e entrou para provar a comida, o príncipe trancou a porta. “Eu te amo, nunca mais lhe faltará água, comida e não sentirá frio”, disse ele.

Um pouco confusa, a andorinha se deixou levar, a princípio pela comodidade. Aproveitava o calor da sua nova casa e tinha comida ao seu alcance, sem precisar farejar entre as plantações para consegui-la.

O príncipe colocou a gaiola na sua mesa de cabeceira para cumprimentar a andorinha todas as manhãs ao acordar. “Você é a minha andorinha, cante uma linda canção para mim”, ele dizia. “Essa vida não é tão ruim”, pensava a andorinha e cantava lindamente. Mas, com o passar do tempo, a sua música foi se apagando, até que ela emudeceu.

– “Você já não canta mais?”- perguntou o príncipe surpreso. “Você me fazia muito feliz quando cantava.”

– “Minha canção era inspirada pelo fluir do rio, pelo som do vento nas árvores, pelo reflexo da lua nas rochas das montanhas. Eu era feliz, mas agora nesta gaiola, não encontro motivos para cantar.”

– “Eu faço isso porque te amo” – dizia o príncipe. “É perigoso andar sozinha por aí. E se acontecer um acidente? E se não encontrar comida? E se um caçador atirar em você?”

– “Quem? O que é um caçador?” – questionava ela.

– “Eu cuido de você e a protejo, aqui está a salvo de qualquer perigo.”

Um dia, o príncipe acordou sobressaltado. Foi acariciar a andorinha e a encontrou morta.

Com muita raiva, chamou o seu servo e o despediu, porque certamente um dos insetos que ele caçara a tinha matado. O fato de ter encontrado um culpado não o consolou; se sentia ainda mais sozinho e impotente do que antes da andorinha aparecer. Até que outra andorinha pousou na sua janela e cantou uma canção: a mais linda canção que ele já havia escutado.

E eu que não estava com grandes expectativas muito grandes para o Lollapalooza...

Além dos shows, o Lollapalooza Brasil sempre traz uma série de atrações à parte, com lojinha, espaço para descanso e também atividades bem divertidas. Nesta sexta edição não seria diferente, o megafestival vai trazer diversas atrações que vão além dos shows durante os dias 25 e 26 de março, no Autódromo de Interlagos em São Paulo.
Além de shows como Metallica, The Strokes, The Weeknd e The Chainsmokers, (COMO ASSIM NÂO CITARAM O DURAN DURAN???) o Lolla vai contar com as seguintes atrações: 

OLLA STORE

Estrategicamente localizado em frente ao palco Skol, a Lolla Store traz um mix de produtos oficiais para quem quiser garantir uma lembrancinha do Lollapalooza Brasil 2017. São várias opções de camisetas, bonés, capas de celular, pôsteres, imãs, lanyards, squeezes, cangas e muitos outros itens com estampas para todos os gostos.

Os preços dos produtos variam de R$ 5,00 a R$ 65,00. Fake tattos, adesivos, bottons e chaveiros, por exemplo, poderão ser comprados por R$ 5,00 cada. Já um pôster oficial custará R$ 30,00, e as camisetas saem por R$ 65,00.

LOLLA MARKET

Já a atmosfera do Lolla Market é perfeita para uma boa pausa, relaxar e recarregar as energias para curtir as 10 horas ininterruptas do evento. Este ano, as pessoas terão a sorte lida gratuitamente em jogos de tarô, (uaaaaaauuuuu...) se divertir nas cabines de foto, comprar calçados, além de dar um up no visual com novos chapéus, bijuterias, acessórios de marcas descoladas, capinhas de celulares e até fazer a barba ou uma tatuagem. Confira detalhes sobre cada atração:

Sampa Tattoo e Hostel Tattoo: grandes estúdios de tatuagem em São Paulo. Uma localizada no Itaim e outra na Vila Madalena, além da Kombi, que fará piercing no local. Tudo sob controle da vigilância sanitária e documentações.

Farm Masculino: lançamento exclusivo da linha masculina no Lolla Market 2017.

Wiccaa: venda de bijuterias e acessórios de rock e esotérico, além de leitura de tarô gratuita.

Chapéus 25: loja especializada em chapéus - todos os tipos, formatos e estilos. (Uaaaaaauuu AMO ESSA LOJA! TOMARA SEJA COM PRECINHO DE 25!!!)

Norma Lee: vende sapatilhas femininas em couro ecológico.

Capstock: loja especializada em bonés.

oaLoo + Ckucaracha: loja descolada que vende objetos de decoração impressos em 3D | Artista plástico que vende bermudas, camisetas e quadros, todos feitos a mão.

Loja Tip: venda de artigos de decoração, com predominância de cartoons e greeks.

RAYBAN: venda de óculos exclusivos.

GREENPEACE + Rock & Recycle: ONG fará o Rock & Recycle, dando 2.000 sacos de lixo e distribuindo 2.000 brindes por dia, a cada saco de lixo com plásticos e recicláveis.

Puma: área de experimentação e loja de itens essenciais (bonés, slides, viseiras e camisetas).

OFFICIAL BAND STORE: loja com produtos das bandas que tocarão no festival.

GOcase: maior vendedor de capas de celulares.

Happy Socks: marca famosa por suas meias coloridas, recém chegada ao Brasil.

Bendita Baderna: bijuterias e acessórios masculinos e femininos.

Aleides Maria: vende laçarotes, toucas, sandálias, bolsas, tudo em tecidos, além de suas famosas coroas de flores. (NÃO POSSO ESQUECER AS MINHAS, QUE SÃO INCRÍVEIS!)

Cartola: primeiro Truck Barbearia do Brasil.

Instaphoto: estúdio de criação especializado em fotos instantâneas e toda a experiência que elas proporcionam. Desenvolve e disponibiliza as mais incríveis cabines de fotos do mercado, para festas e eventos.

INGRESSOS

O primeiro lote (esgotado) do Lolla Pass, aquele que dá acesso aos dois dias do festival, custa R$ 800, enquanto o segundo sairá por R$ 920. Os preços do Lolla Lounge Pass, que permite assistir aos shows em uma área VIP, vão sair por R$ 1.800 (inteira). A venda dos ingressos individuais, o Lolla Day, permanece sem data de início, porém os preços já foram anunciados - R$ 540 a R$ 590. Todos os ingressos poderão ser comprados pelo site da Tickets for Fun.


Atualizado em 17 Mar 2017 E O FESTIVAL JÁ É NO PRÓXIMO DOMINGO (aliás, começará no sábado!)


DOMINGO, 26 DE MARÇO

PALCO SKOL
1:15-2:15 - Céu
3:25-4:25 - Jimmy Eat World
5:35-6:50 - Two Door Cinema Club
8:30-10:00 - The Strokes (NÃO CURTI O SOM, MAS VOU PRA VER SE MUDO DE IDEIA)
PALCO ONIX
12:25-1:10 - Bratislava
2:20-3:20 - Catfish and the Bottlemen
4:30-5:30 - Duran Duran (POR QUE, POR QUE POR QUE NÃO COMPREI PRA VER EM BELÔ???)
6:55-8:25 - The Weeknd

PALCO AXE
12:00-12:30 - 89 FM (banda eleita por concurso da rádio)
1:00-2:00 - Daniel Groove
2:30-3:30 - Vance Joy
4:00-5:00 - Silversun Pickups
5:30-6:30 - MØ
7:00-8:00 - Melanie Martinez

8:45-10:00 - Flume

PERRY'S
12:30-1:15 - Gabriel Boni
1:30-2:15 - Illusiozine
2:30-3:15 - Chemical Surf
3:45-4:45 - Borgore
5:00-6:00 - GRiZ
6:15-7:15 - Oliver Heldens
7:30-8:30 - Nervo
8:45-10:00 - Martin Garrix


Para quem vai de TREM

Essa é a melhor alternativa para quem quer fugir do trânsito. A Estação Autódromo localizada na Rua Plínio Schmidt, fica a apenas 800 metros do Portão 9 do Autódromo, a aproximadamente seis minutos de caminhada. O caminho a ser percorrido pelos pedestres até os portões de acessos é o seguinte: O passageiro deve sair da estação Autódromo, na Rua Plínio Schmidt, seguir pela esquerda até a Rua Justino Nigro, subir esta via até o fim, e estará no portão 9. Para os demais portões, os pedestres deverão seguir à esquerda pela Avenida Jacinto Júlio. Haverá uma equipe de orientadores, segurança e sinalização fixa indicando este caminho. Segundo a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, os trens da Linha 9-Esmeralda (Osasco-Grajaú), circularão com menor intervalo. A estratégia também prevê reforço nas equipes operacionais e de segurança, e instalação de direcionadores de fluxo no acesso à estação Autódromo, de modo a agilizar o embarque dos usuários no retorno. A estação Autódromo fica a 800 metros do portão de acesso do Autódromo de Interlagos. No sábado, a circulação de trens ocorre até a 01h (da madrugada de domingo), assim como a integração com a Linha 4 – Amarela do Metrô. Nesse sentido, os usuários devem ficar atentos ao retorno e a possibilidade de transferência, embarcando na Estação Autódromo com 40 minutos de antecedência. Já no domingo, os trens da CPTM e da Linha 4 do Metrô circulam até a meia noite. A CPTM recomenda aos usuários adquirirem antecipadamente o seu bilhete de ida e volta para facilitar a viagem. Mais informações podem ser obtidas no 0800 0550121.

Como sempre, os frequentadores ficam com milhares de dúvidas do que é permitido e o que não é permitido levar ao festival. Bastão para tirar selfie, por exemplo, não pode levar, também não é permitido cartazes feitos com papelão grosso. Para te ajudar, trazemos a lista oficial com o que será ou não permitido entrar no evento de música. Confira:


O QUE LEVAR: 

AXE Lolla Cashless do festival (AS PULSEIRAS DEVEM SER RETIRADAS NOS PONTOS DE TROCA. LÁ NA HORA NÃO TERÁ PONTO DE TROCA!)
Frutas cortadas
Industrializados fechados (SÓDIO, DELICIOSO SÓDIO!)
Copos de água fechados
Documentos pessoais
• Chapéu ou boné (VOU COMPRAR DA 25!)
Óculos Escuros
• Barra de cereal
Canga
Capa de chuva
• Protetor solar
Protetor labial
• Câmera portátil
Mochila ou bolsa (SACOLA EXTRA PARA AS COMPRAS)

O QUE NÃO LEVAR:

Garrafas, latas, bebidas
• Utensílios de armazenagem
• Embalagens rígidas com tampa
• Capacetes
• Cadeiras ou bancos 
• Armas de fogo e armas brancas
• Objetos pontiagudos, cortantes e/ou perfurantes
• Fogos de artifício
• Objetos de vidro
• Câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais ou com lente destacável.
• Cartazes feitos com papelão grosso e/ou fixados a madeiras, canudos rígidos, etc.
Animais - exceto cães guias identificados e acompanhados de portadores de deficiência visual.
• Bastão para tirar foto.
• Substâncias inflamáveis, corrosivas.

Ontem foi o dia do fã...


Eu não estava assim tão distante do palco, mas a câmera do cel não é muito boa para certos registros.

Fui ver o Roger Hodgson e foi como ouvir o Supertramp no disco. Um show que eu assistiria pulando do começo ao fim, embora tenha sido de uma leveza, super zen.
Foi lindo! Um dia que valeu ter vivido.





Tenho evitado...

...ler qualquer matéria que fale sobre maus tratos em animais, porém inevitável não passar os olhos ao rolar a tela. Me corta o coração!

No dia que a levei comigo, separei - a de um coelhinho branco, o qual ela lambia, lambia, lambia.
Teodora, nos primeiros dias comigo, chorava muito. Eu imaginava que fosse dor, pois a alimentação dela era diferente, a água era diferente... Mas, nunca havia me ocorrido que o lugar que lhe doía poderia ser o coração.
Hoje eu sei o que significa o choro do coelho. Sou grata por ter sido poupada por conta da minha ignorância.

Logo que acordei, ela subiu na cama e ficou um pouco comigo, coisa que havia tempos ela não fazia. Isso amenizou um pouco a angustia do meu pesadelo com meninos que judiavam de uma cadela com pontos, que aparentemente havia acabado de parir.

Me doeu, pois sei que tem quem, por pura maldade, maltrata os animais. A mim, só me resta vibrar para que estes se arrependam. 



quarta-feira, 15 de março de 2017

Loucura no mundo!

(Que bom!!!)

Só que hoje tem Roger Hodgson, longe.

Sim,vou!



E CHEGA LOGO Semana que vem!
Tem Lollapalooza, em SP e Elton John com James Taylor, em CWB.

Na sexta começa a pré - venda pro Rock in Rio e eu arrasada por ter encerrado minha conta com o agiota, ops, Banco Itaú. Faz parte! Vai ser emocionante ficar feito louca, na tentativa de comprar dois (ou 3!) ingressos.
Dia 24??? Toparia ir pra brincar. Encarar metal pesado, já o fiz pra 'todavida' no Monsters de 2013, que deu grade.

Lista dos desejos do RiR:
Chic (adoro!!!)
Bon Jovi
Aerosmith
Billy Idol.

domingo, 12 de março de 2017

Precisei viver pra ouvir aquela história...

...e, em troca, contei a minha.

Valeu ter vivido!

"Qualquer maneira de amor vale a pena."





Eh, vida, vida, que amor, brincadeira, à vera

Eles amaram de qualquer maneira, à vera

Qualquer maneira de amor vale a pena

Qualquer maneira de amor vale amar


Pena, que pena, que coisa bonita, diga

Qual a palavra que nunca foi dita, diga

Qualquer maneira de amor vale aquela

Qualquer maneira de amor vale amar

Qualquer maneira de amor vale a pena

Qualquer maneira de amor valerá


Eles partiram por outros assuntos, muitos

Mas, no meu canto estarão sempre juntos, muito

Qualquer maneira que eu cante esse canto

Qualquer maneira me vale cantar


Eles se amam de qualquer maneira, à vera

Eles se amam e pra vida inteira, à vera

Qualquer maneira de amor vale o canto

Qualquer maneira me vale cantar

Qualquer maneira de amor vale aquela

Qualquer maneira de amor valerá



Não resisti...

Entrei na T4F só pra ver as novidades, sem intenção nenhuma. Mas, eis que o encontro já estava marcado com 14 Bis, Flávio Venturini e Sá e Guarabyra.




Junho!
<3 p="">

Da página Silvio Santos Sincero, no Facebook.

(Não resisti e 'repontuei')





UMA NOVA VIDA!

No final de 2016 fui diagnosticado com um tumor na minha cabeça. Não sabia se iria sobreviver ou morrer, afinal já tenho 86 anos e sei que um dia vou ter de partir. Consegui vencer mais uma vez e não foi dessa vez que a morte me pegou. Eu não temo a morte, temo o dia que partir e deixar a tristeza em milhares de fãs que eu tenho. Temo que a minha mulher não aguente e caia em depressão, minhas filhas adoeçam e não é isso que eu quero. Quero todos sorrindo e cantando, alegria, "lá, lá, lá, lá, hey"! 
Aprendi que do mundo não se leva nada e é por isso que não dou tanta importância para bens materiais e, sim, para as pessoas que eu tanto amo. Já é o 4 câncer que tive em menos de 10 anos. A idade estás chegando, estou envelhecendo. 
Orem por mim, mas não temas a minha morte, pois um dia eu sei que irei partir para um novo mundo e estarei cuidando de cada um de vocês
Um beijo no coração de cada fã meu  

...

1. De vez em quando acho o Silvio sem noção, desde sempre, mas quem não é?

2. Achava tudo MUITO CARO naquela Loja do Baú, mas, pelo menos, juntando 853 carnês, pagos e não premiados, dava pra minha mãe pegar uma panela.

3. Aquele programa das 'pegadinhas' tem umas historias muito divertidas. Meu ridículo ancestral até agradece.

4. Já acostumei com ele na TV. Mesmo que eu não o assista, se ele partir vai ser estranho.

5. Fica aqui de boas, Silvio!

...

O professor da matéria de uma extensão que não terminei, na USP, disse, em uma das aulas, que no Brasil não há ninguém que, quando morrer, causará comoção geral, tipo, sei lá... a Lady Dy. E eu perguntei:

- Nem o Silvio Santos?

Segundo ele, não.
Eu prefiro o benefício da dúvida, por muito tempo. Fica aqui de boas, Silvio!

Aliás, deixo o serviço da exposição "Silvio Santos Vem Aí" no MIS:

de 06 dez 2016 a 26 mar 2017

HORÁRIOS
11h-20h ter a sex
10h-21h sáb
10h-19h dom e feriados

A bilheteria abre 1h antes da visitação.

INGRESSOS

Na bilheteria - grátis às terças
4ª a domingo
R$ 12 (inteira)
R$ 6 (meia)

Venda online
R$ 30 (inteira)
R$ 15 (meia) 

ingressorapido.com.br


Dia 7 de março foi aniversário da minha mãe e só lembrei no dia 08.

Um post no Facebook e, no dia seguinte, fui chamada à sala do diretor, para uma não muito agradável conversa com a coord. pedagógica, inclusive.

"Puxa, se um post cheio de ira resultou em um 'convite' para comparecer à sala do diretor, vou fazer um post bem amoroso, bem bonito e, quem sabe alguém me convida pra um passeio, pra ir em lugares legais, né?" Mas, ao invés de tal post, envolvi-me com as perguntas que não querem calar.

Subi pra jantar e desci muito tempo depois, já desencanada e, por força do hábito, peguei o celular. Entre as várias, tinha uma mensagem que não se classifica como convite, mas, sim, como uma possibilidade de escolha entre o sim e o não, que deixou-me grata, principalmente por, a todo momento, saber que o Universo nos atende quando pedimos por algo. Neste caso, ele até me surpreendeu, pois nem pedi, só pensei... Mas, pensei com todo o meu coração!

...

"(...) Mas, tenho uma boa notícia aos saudosistas: - Ainda é possível ser feliz! (...) sabendo que toda a sua experiência de vida é uma bagagem gigantesca (...) o seu futuro à ti pertence, bem como o seu passado um dia te pertenceu e você é responsável hoje por fazer de seu presente dias melhores do que seu tempo de glória perdido."
(Acabei de receber!)

Queria uma música de BG, mas não me ocorre nenhuma...


Findadas as obrigações...

(QUE MENTIRA!)
...vim blogar um pouquinho, contar de sonhos.

Sim, tenho 'tabalhinhos' e MUITOS da facul pra fazer, mas ficarão todos pra semana que vem, quando eu estarei, inclusive oportunamente, de greve.

Pois bem, sonhei muito de sexta pra sábado. Sonho, sonho e não desdobramento. 

"Era dia e eu estava num ônibus conhecido, branco e vermelho, bem velho, que pertencia à uma família também conhecida. Havia uma festa destas tipo churrasco dentro dele e na janela da frente, pendurado, havia um coelho branco, de olhos vermelhos, como que segurando - se pelas patas da frente, do lado de fora. Achei aquilo estranho e fiquei receosa do coelhinho cair. Quando o dono do ônibus, um 'senhorzinho', com uma aura sádica, disse que era isso mesmo que era pra acontecer me desesperei e o coelho realmente caiu. Era um lugar destes feio, tipo abandonado, com mato crescendo. Eu desci do ônibus e comecei a procurá- lo. Não demorei à acha-lo. Peguei-o no colo com a ajuda de um pano (como eu faço com a Teodora, quando ela tá nervosa) e protegi-o num abraço.

* Consultando o Livro dos Símbolos
O coelho branco, na tradição chinesa, está dentro da lua cheia, triturando com um pilão dourado o elixir da imortalidade. Na tradição japonesa, como agente da renovação eterna, está a preparar bolinhos de arroz moídos, para celebrar o Ano Novo.
O livro associa a figura do coelho com os períodos cíclicos de vida e morte, escuridão e renascimento. Sublinha a posição dos olhos deles, que podem ver à frente e para trás, narizes e orelhas sensíveis e a capacidade de correr muito rápido, com a capacidade de mudar de direção aleatoriamente e de paralisar-se. Os coelhos selvagens lutam com garras e dentes. Tb tem a capacidade de procriarem-se. São travessos. 

Na mitologia guardam o elixir da imortalidade e a capacidade de atos heroicos e de auto-sacrifício (generosidade).
Aí, o livro fala de subverter a ordem das coisas em "Alice..." e da figura do coelho em outros filmes.

"São invulgarmente apelativos. O seu pelo macio convida ao toque e as orelhas compridas e olhos cor - de - rosa são cativantes." Estão na história de Afrodite e na revista Playboy.

Enquanto escrevo me ocorre, como interpretação, a possibilidade da chance de repensar uma decisão, que, oportunamente, Universo está me ofertando de gerar e de gerir a vida, a busca do equilíbrio (que pressupõe intencionalidade), diminuindo a distância entre o 8 e o 80, a menina e a mulher, o quente e o frio, o claro e o escuro.

...

Sonhei com um ex - namorado, uma pessoa admirável, muito querida, talentosa, músico de mãos e lábios cheios. Um reencontro de surpresa e eu, dentro de uma lanchonete de supermercado, não conseguia encontrar a saída para falar com ele, que me esperou do lado de fora até anoitecer. Minha irmã conseguiu sair antes de mim e o ajudou com a água que vazava do fusca que era metade velho e metade novíssimo. Dp me vi dentro do carro, com uma sensação já conhecida de outros sonhos. E ali, eu me perguntava se iria com ele para o mesmo lugar dos outros sonhos, ou se entraria na casa, ali em frente.

A explicação: alguém por quem tenho e terei pelo resto da minha vida um carinho e gratidão eternos.
...

Do outro sonho, eu não lembro mais. Menos de 24 horas e se apagou. 


domingo, 5 de março de 2017

Desopilando...

Então, a cabeleireira propôs de abrir o salão mais cedo, só pra me atender. Às 9h em ponto, eu estava lá, pois às 11h eu já deveria estar pronta, na porta de casa com toda a parafernalha: dia de celebrar casamento!
Pretendia estar no local por volta de 13h, já que era outra cidade e estava feliz da vida por ter companhia de amiga, parceria tão legal em outra cerimônia.

Havia recebido um recado de que a 'miga' só chegaria às 12h. Tudo bem, o casamento seria às 19h, embora a maquiagem estivesse marcada para às 15h, no local, estaria em tempo. 
Corri até o mercado e peguei várias guloseimas pensando em agradar a 'miga', pensando que, pelo horário, ela já teria almoçado. 

Ela chegou em casa por volta de 13h e eu, ansiosa, acabei abrindo o eniac e me envolvendo com o roteiro, havia tanto escrito. Logo, precisaria imprimi - lo novamente.

Num dado momento do caminho, ela super brava, me acusou de algo do tipo negligência, pois o carro dela, na semana, havia quebrado, ela estava com gripe, não havia almoçado e, para completar, estávamos perdidas.

BUEMBA!

Eu estava ansiosíssima com a responsabilidade de celebrar a cerimônia, pois NADA podia dar errado. Estava com o texto nas mãos, devorando as palavras, repassando datas, situações... E, de repente, fiquei sem ação. Segurei firme as folhas das mãos, consciente de que eu não podia entrar naquela energia, mas um segundo descuido pode ser tarde.

Sugeri que ela me deixasse no local e que voltasse para casa, se fosse para ter que lidar com aquela questão. Eu não podia prever que ela queria algum tipo de atenção diferenciado do de sempre, se ela queria que eu pagasse o conserto do carro (além da combinada gasolina e do lanchinho em lugar glamour, pois sei que ela curte e prometi à ela, coisa que não faço, que ficaríamos um pouco na festa, ela muito queria.).

Então, fui administrando meus sentimentos da forma que dava, mas, por mais que eu tentasse minha bolsinha destruiu, a maquiagem ficou horrível, o vestido que amo ficou horrível, a noiva atrasou muito, muito, muito, as surpresas que preparei para a noiva, aos meus olhos ficaram sem graça... E terminada a cerimônia, momento catártico, cujo desejo é aproveitar a maquiagem e cair no mundo, comer doces feito louca, tive que encarar parte da festa, que tava linda.

Depois disto, fiz um exercício de empatia e de resiliência, mas, a verdade é que, da minha parte, ela, que podia contar comigo para tudo, já não pode mais. Converso, dou atenção e até me preocupo com o bem estar dela, mas sou assim com quase todo mundo, mesmo, então, nada de especial.

Percebo que não tem sido fácil lidar com as sombras alheias e, dou - me a possibilidade de não entender isso como recusa, devido à projeção.
Perceber que, aos poucos, diminuo o círculo de amigos é fato. Não por descartabilidade, porque ainda acho que agregar é importante... Instinto de preservação? Em princípio, me contento com essa resposta.

Ando assim, meio cuidado - frágil!

Oh!!! Verdade! 
Cadê aquela fortaleza toda? Não sei se é necessária, mais.
Preciso aprender a lidar com as verdades que a realidade apresenta... Inclusive com as minhas mentiras.

Sem mais.
Obrigada, de nada.








- O que vc está fazendo pra mudar isso???

A pergunta veio arrebatadora e eu não achei, de prima, o verbo correto para justificar minha resposta mal entendida.

Saímos para comer, num intervalo de 15...

- E aí, já está com bastante datas fechadas para 2017?

- Não. Bastante procura, sondagem, orçamentos, mas nada fechado ainda.

Ele me olha com cara de espanto e lança a pergunta, como se eu estivesse preocupada.

- Atingi um grau de satisfação com o meu trabalho e agora é o momento de buscar algo desafiador, enquanto celebrante, nas cerimônias que celebro.
Mas, estou trabalhando um site, tenho uma página  no Face, e blá, blá, blá...

- Mas, VC TEM QUE...

- Eu tenho que fazer o que estou fazendo: buscando especializar - me cada vez mais. Obrigada, de nada!

E assim nasce uma inimizade.

...

Num curso de 12 pessoas, meninos de vozes lindas e duas garotas.
Ator, professor, advogado, militar, educador físico, vendedor, engenheiro... Creio vá ser divertido!